quinta-feira, 1 de julho de 2010

Quatro em um

O delegado não teve dó. Prende esse malandro com os outros, Otávio. O Agente me segurou por um braço e me levou, aos empurrões, para uma cela no fundo da delegacia. Eu estava atônito com tudo aquilo que estava se passando comigo, preso por causa de uma briga no bar, logo eu, o cara mais pacífico do mundo. Um amigo meu se estranhara com outros caras no bar e não deu outra: o pau quebrou. Na hora da confusão, só eu fiquei para dar explicações. Me levaram para a delegacia e o delegado, que andava muito estressado, não teve paciência para ouvir minhas explicações. Quebraram a porra do bar, vocês moleques têm que levar uma dura pra aprender. Prende esse malandro com os outros, Otávio. Na cela havia quatro indivíduos mal encarados que me receberam desconfiados. Eu estava vestido como qualquer rapaz da classe média, bermuda, camiseta de marca, tênis. O tal Otávio era um moreno alto, corpão, uma leve barriga de cerveja. Cheirava a cigarro e desodorante barato. Empurrou-me sem nenhum cuidado para dentro da cela. Carne fresca, gente, foi o que ele disse ao trancar a cela. Um dos presos, um cara de seus trinta anos, tatuagem tribal no braço, camiseta regata e calça jeans, ficou me olhando um tempão. Não era uma encarada normal, eu pressenti, pois ele me investigava da cabeça aos pés. Os outros três presos cochichavam alguma coisa que eu não conseguia entender. Sentei-me no canto da cela, meu pai devia me buscar a qualquer momento. Meu amigo, que fugira na hora da confusão, devia ter avisado meus pais. Meu nome é Jorge, guri. Tudo beleza? O cara com a tatuagem tribal tinha um vozeirão cheio de marra, sotaque forte de carioca esperto. Thiago, respondi. Tudo bem, to esperando meu pai me tirar daqui. Os três outros presos começaram a rir de mim e silenciaram na hora em que o Jorge berrou pra eles pararem de rir. Tão rindo do moleque, porquê? Ele tinha um jeito bacana, protetor, acho que gostava de mim. Alisou meus cabelos e perguntou a minha idade. Só 19 aninhos? Puxa, pensei que tinha mais, guri. Ele disse. Percebi que ele estava excitado e ele percebeu que eu olhara para o membro dele. Hummm, ele disse, a menina gosta? Ele sussurrou baixinho para mim. Permaneci calado. Ele sentou-se ao meu lado, passou a mão em volta do meu pescoço. Thiaguinho é meu, ninguém toca nele, viu? Os outros três presos riram de maneira sacana. Jorge me apertou, mordeu minha orelha. Tentei fugir, mas estava imobilizado por aqueles braços fortíssimos. Adoro um cu, menino. Já deu esse rabinho pra alguém? Eu permanecia calado, tremendo. Estranhamente eu sentia um tesao enorme naquilo tudo, mas ao mesmo tempo me borrava de medo do que estava por vir. Sabia que a noite seria longa. Ele empurrou minha cabeça em direção ao seu colo, Deita no colinho do Jorjão, minha menina. Descansa essa cabecinha perto do meu cacete, vai. Forçou meu rosto em direção aquele membro volumoso sob a calça. Eu sentia o cheiro de macho, o volume pulsando, não podia mais resistir. Beijei o cacete dele. Ele sorriu e os outros três presos comentaram: Esse aí ta no papo, Jorjão. Mordi o cacete dele, sob a calça, e ele ficou puto comigo. Ta pensando que meu é chiclete guri? Me deu um tapa no rosto. Fica calminha, minha menina. E foi abrindo o zíper e expondo o cacete todo melado pra eu chupar. Não era um pau muito grande, era até pequeno, menor que o meu. Tinha um prepúcio que escondia toda a glando, mas que eu arregaçara com cuidado, expondo uma cabeça de pica rosada, melada, brilhando, com cheiro de porra. Ele me segurou pelos cabelos, Abre bem a boca, Thiaguinho, isso, engole, engole, minha menina. O pau atolado em minha boca e ele alisando minha bunda, sob a bermuda. Enfiou a mão por trás e com os dedos hábeis procurou meu cuzinho que piscava. Meteu um dedo e senti um pouco de dor, pois não tinha lubrificação nenhuma. Na verdade eu nunca fora penetrado, mas já chupara um amigo do meu pai, uma vez, na chácara. Era essa minha experiência com homens. Agora, Jorjão enfiava seus dedos em minha boca, Chupa, deixa bem molhados os meus dedos, cospe, vai, cospe, e em seguida enfiava com decisão em meu cuzinho. Foi me abrindo, me abrindo, logo havia três dedos no meu rabo, e o cacete dele todo em minha boca. Sem que eu esperasse, me botou de quatro, no meio da cela, arriou minha bermuda, e, apenas com cuspe, meteu o cacete no meu rabo. Eu gemi de dor. Um dos presos se masturbava vendo tudo aquilo. Os outros dois estava visivelmente excitados, alisando os cacetes e olhando pra mim, sem pena. Creio que chorei um pouco de dor e de vergonha, mas logo comecei a curtir tudo aquilo. O cacete do Jorjão não era mesmo grande, nem grosso, e passada a dor daquela penetração repentina, sobrara apenas o prazer. E como ele fodia bem, alternando movimentos fortes e pausados, com outros curtos e mais leves. Eu estava gemendo agora de puro prazer. Ei, você. Ele chamou o preso que se masturbava, vem aqui, bota a rola pra esse viadinho chupar. O cara não se fez de rogado, chegou perto de mim, ajoelhou-se e me forçou a engolir o cacete. Enquanto Jorjão socava atrás de mim, o outro preso socava na frente. Não resistiu muito tempo, senti um liquido quente na garganta, me engasguei com a porra do cara, comecei a tossir. Jorjão sorria, Thiaguinho se engasgou com porra,foi? O outro preso, gemendo bem alto, quase urrando, encheu minha boca de porra e eu engoli tudo aquilo. Os outros dois se aproximaram e olharam para o Jorjão pedindo autorização. Mostra o cacete aí, rapaziada. Os dois caras eram coroas, dois pedreiros que haviam roubado material da construção e foram denunciados pelo patrão. Eram homens na faixa dos cinqüenta anos, barrigudos, cara de nordestinos. Querem comer um cu novinho, né? Perguntou Jorjão. Quero sim, moço, e mostrou um cacete grosso, curto, também muito melado. Jorjão tirou o pau do meu e trocou de lugar com o Raimundo, era esse o nome de um deles, que também socou sem dó no meu rabo. Jorjão mandou que o outro me amamentasse. Vai, rapaz, mete na boca dessa menina. Lá estava eu, cansado, com um cacete no cu e outro na boca. JOrjão se masturbava e olhava para mim. Enquanto metiam sem dó, ouvi Jorjão chamar pelo agente Otávio. Do lado de fora da cela, o delegado e o Otávio sorriam da cena. Esse menino é cabra macho mesmo, hein? Agüentou essa tropa toda? Ei, menino, teu pai esta a caminho, vem te buscar, melhor tu fazer esses caras gozarem logo, hein? E riram de mim. Eu gozava feito louco, muito tesao mesmo, estava estenuado. Raimundo gozou no meu rabo, o outro na minha boca. Deitei-me cansado no canto da cela. Meu cu ardia demais, na boca o gosto de porra, mas estranhamente me sentia feliz. Ouvia uma voz vindo de longe...levanta daí, Thiago, vamos, levanta... abri os olhos e vi meu pai que me acordava pra ir para a escola. Era tudo um sonho. Estava todo meladinho, gozara durante o sono. Já vou, pai. Gritei e entrei no banheiro.

Um comentário:

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