quinta-feira, 1 de julho de 2010
Na vastidão do cerrado
Desde que compramos aquele terreno de chácara, nos arredores de Brasília, que eu sonhava em fazer uma casinha, pequena, de madeira, para passar os fins de semana. Apesar da opinião contrária de parentes, amigos e mesmo da minha esposa, de que, por segurança, seria muito melhor fazer uma construção em alvenaria, insisti na idéia de ter meu chalé de madeira, no meio do cerrado. Nas redondezas, indicaram um tal senhor Antonio, marceneiro experiente. Um vizinho de chácara me falou de seus trabalhos, de seu profissionalismo e, principalmente, do cumprimento de prazos e bom preço. Liguei para o tal marceneiro e marcamos um encontro, para conversávamos. Aqui começa a maior experiência de minha vida, pelo menos, a mais deliciosa. Como minha esposa não queria ir comigo para a chácara, fui só, cheguei cedo e fiquei esperando o marceneiro. De longe, no meio da poeira vermelha da estrada de terra que leva ao local, vi um motoqueiro se aproximando. Parou perto de mim, tirou o capacete e cumprimentou-me. O senhor é o seu Osmar? Muito prazer, sou o Antonio. Falou com um sotaque carregado de caipira, puxando nos erres. Era um homem absolutamente sedutor. Cerca de cinqüenta anos, barba grisalha, cabelos ralos, barriga interessante, mãos fortes em braços peludos, os olhos miudinhos e fundos como o do Richard Gere. Conversamos sobre a minha idéia de chalé, mas confesso que não conseguia tirar os olhos daquele pedaço de mau caminho. Para completar minha tortura, percebi imediatamente que ele estava com o zíper da calça aberto. E eu imaginava o que se escondia ali, logo ali, naquela cueca escura que ele usava. Sempre fui um sujeito muito discreto, que não dá bandeira. Aprendi a dissimular minha homossexualidade durante uma longa vida oculta. Sou casado, tenho filhos, amigos, bato bola, xingo, coço o saco e faço o tipo de machão empedernido. Ninguém supõe que dentro de mim, em momentos especiais, mora um homem que adora rola. E era a rola do senhor Antonio que eu estava ansiando agora. Não ligava mais para o projeto, nem sei o que falava naquele momento. Ele percebeu que eu estava meio desligado da história e pediu licença para tirar umas medidas do terreno. Segui-o de longe pelo terreno, cheio de árvores. Ele parou perto de um cupim e, sem ligar para minha presença, começou a mijar. Notei que, de rabo de olho, ele me observava. Eu salivava de desejo e creio que estava prestes a dar bandeira, pois meu pau já estava duro, marcando minha bermuda. Do meu ângulo de visão, não conseguia ver a rola de seu Antonio, apenas o jato de urina banhando o cupim. Quando acabou, surpreendeu-me com a seguinte frase: Se o senhor quiser balançar ele para mim, eu vou apreciar muito. Assustei-me com aquela ousadia do marceneiro, mas confesso que era tudo que eu queria ouvir. Olhei para os lados, procurando eventuais testemunhas, tentando disfarçar meu desconforto. Pode ficar tranqüilo, seu Osmar, não tem ninguém por aqui não. É só nós. Olhe... e ele virou-se nesse momento para o meu lado, mostrando um cacete maravilhoso, meia bomba, como uma fruta deliciosa esperando ser colhida. Desde que eu cheguei que o senhor não pára de olhar pra ele (apertando o pau). Se quiser, fique a vontade, viu? Não resisti, ajoelhei-lhe ali mesmo, no meio do mato, e caí de boca na piroca daquele homem. Ele, muito tranquilamente, apenas curtia o serviço que eu lhe prestava, lambendo sua virilha peluda, beijando aquele saco enorme que pendia, dois bagos maravilhosos, e saboreando aquele cacete de respeito. Seu Antonio é branco e seu membro é rosado, cheio de veias, cabeça vermelha, brilhando com minha saliva. Chupei durante longos 15 minutos e ele, super macho, ereto, duro na queda. Não percebi que o vizinho do meu lote aproximava-se. Levanta, disse seu Antonio, rápido (sussurrando), o seu Marinho ta chegando aí. Olá, gritou o vizinho, to invadindo seu latifúndio, brincou. Seja bem-vindo, seu Marinho, disse-lhe, enquanto limpava meio sem jeito os joelhos sujos de terra. Seu Antonio afastou-se dali, fingindo que media o terreno com sua trena. Fiquei com a impressão de que o tal Marinho tinha entendido o que se passara, mas como ele não comentara, dei graças a Deus por ter tudo morrido ali. Nesse dia, despedi-me de seu Antonio, marcando para o outro fim de semana um novo encontro para acertarmos tudo, preços, condições, orçamento de material. Durante a semana, perdi a conta de quantas vezes me masturbei pensando em seu Antonio. Que delícia de homem. No sábado, logo cedo, preparei-me todo para ir ao seu encontro. Como uma noivinha excitada no dia de núpcias, lavei-me demoradamente. Enfiei a mangueirinha do chuveiro no meu rabo e fiz uma lavagem completa. Sequei-me e passei um creme perfumado no meu reguinho, na minha bunda lisa, imaginando que talvez o meu marceneiro pudesse querer possuí-la. O que eu não contava era que haveria mais surpresas para mim naquela manhã. Conforme tínhamos combinado, cheguei por volta das 8 da manhã. Seu Antonio já me esperava no local, trouxera um ajudante. Era um sujeito mal encarado, devia ter uns trinta e poucos anos, moreno claro, baixinho. Esse é o Piauí, senhor Osmar. Ele trabalha comigo há muito tempo, homem bom, de confiança. Notei que o tal Piauí me examinara dos pés à cabeça e comecei a achar que ele sabia de algo. Sou bom nessas coisas, consigo quase ler pensamentos. Enquanto conversava com o seu Antonio sobre a quantidade de madeira que deveria comprar, o Piauí aproximou-se de mim e, olhando-me nos olhos, falou com o seu Antonio: Ele chupa bem mesmo, Antonio? Eu quis bancar o cara ofendido, cheguei a ensaiar uma birra qualquer, mas ouvi seu Antonio responder: Chupa melhor que você, Piauí. Nesse momento, sem que eu esperasse, o tal Piauí segurou no meu pau, que estava ainda flácido, dizendo: vamos ver. Fiquei congelado, sem saber o que fazer. O baixinho abriu meu zíper e mergulhou a cara entre as minhas pernas. Meu pau subiu instantaneamente, inchando na boca do Piauí. O cara era bom no serviço, uma habilidade e técnica que nunca atingi. Engolia o meu pau inteiro e, simultaneamente, lambia minhas bolas. Eu, de pernas trêmulas de tanto tesão, apoiei-me nos ombros de seu Antonio que, lentamente, abraçou-me por trás. Sentia sua barba em meu pescoço, sua respiração cheirando a cigarro. Vou comer seu cu, seu Osmar. Segurou minhas mãos e puxou-as para trás, senti seu cajado duro. Ouvi o barulho familiar de quem abre um envelope plástico de camisinhas e deduzi que ele viera preparado para a batalha. Encapou o cacete, desceu lentamente a minha bermuda e ficou brincando no meu reguinho. Metia na portinha, tirava, empurrava entre minhas coxas. O Piauí me chupava alucinadamente e o seu Antonio alternava a cabecinha do pau no meu anelzinho com os dedos que ele me punha para chupar antes de socar no meu rabinho. Senti que ele meteu grande parte do cacete, creio que a metade, e ficou parado, respirando em minha orelha. Era também um homem muito experiente, sabia que meu cuzinho era muito apertado e não queria correr o risco de se ferir ou me ferir. Logo, decorridos alguns minutos de dor e prazer, meteu o resto do cacete, me abrindo definitivamente. Perdi a noção de tempo e de perigo, no meio do mato, dois homens me dominaram e fizeram de mim seu objeto de prazer. Seu Antonio metia sem dó, fundo, forte. Suas mãos calejadas de marceneiros me apertavam pela cintura, beliscavam meus mamilos, e pressionavam meu corpo de tal maneira que eu tinha a impressão de que seu cacete ia me furar, atravessar-me inteiro. Piauí lambia meu saco, minhas coxas, minha barriga. Era um mestre na arte da língua. Vou gozar, eu disse quase desmaiando de prazer. Ele ajoelhou-se, abriu a boca, e ficou, como um cãozinho, esperando meu gozo que veio forte, em jatos, sujando-lhe o olho, os cabelos, a cara inteira. Seu Antonio, que metia cada vez mais forte, segurou meu cacete e ficou esfregando-o na cara do Piauí, espalhando minha porra. Eu já não agüentava mais. Ouvir seu Antonio urrar feito um urso e senti seu corpo em espasmo. Gozava no meu rabo. Ficamos alguns segundos abraçados e ele retirou lentamente cacete de mim. Piauí não se fez de rogado. Retirou a camisinha do pau do seu Antonio e, creia em mim amigo leitor, protagonizou um espetáculo absolutamente maluco: bebeu todo o conteúdo da camisinha, enquanto se masturbava e também gozava. Ouvi a voz de seu Antonio: Piauí é um bezerrinho, seu Osmar. Não perde uma gota. Vesti-me, encabulado, mas cheio de satisfação e segui para o meu carro, trouxera uma toalha e água, queria me lavar. Deixei-os no lote, ainda avaliando o terreno para a construção. Encontrei o seu Marinho parado diante do meu carro, sorrindo. Perguntou-me: foi bom? E eu não sabia o que responder.
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