Quando conheci o José eu já fui logo lhe dizendo que eu não tinha mais tesão por mulheres e que a minha esposa estava sem sexo há meses. Tenho quarenta e poucos anos, sou psicólogo, e de uns anos pra cá me vi passivo sexualmente com relação a outros homens. Esses desejos homo me fizeram falhar com minha esposa, que nunca reclamou da falta de sexo, talvez por medo de descobrir que o marido tem uma amante. Nunca conversamos abertamente sobre isso, até porque eu não tenho coragem de lhe contar que o marido dela, o pai dos filhos dela, na verdade, gosta mesmo é de rola. Contei tudo isso a meu amigo e ele ficou muito interessado em ser o macho do casal. Confidenciei-lhe que isso seria inviável porque minha esposa é do tipo fiel, careta, conservadora em matéria de sexo. Ele me disse que nenhuma mulher fica tanto tempo sem sexo e que provavelmente ela estivesse saindo com outro. Eu duvidei, afinal de contas estou casado há mais de vinte anos e conheço muito bem a mulher com quem me casei. O José é um homem viril, muito atraente e másculo e, principalmente fogoso. Nossa amizade foi crescendo a tal ponto de confiança que nos tornamos amigos e cheguei mesmo a falar dele para minha esposa. Mas nunca toquei nesse assunto de sexo.
A história que vou lhes contar agora realmente aconteceu e me deixou completamente fascinado com a capacidade de sedução do meu amigo José. Almoçamos os três juntos num dia desses e na oportunidade eu o apresentei a minha esposa. Percebi que, durante o almoço, ela ficou meio sem graça, mas julguei que fosse pela timidez que ela sempre ostentou. Nesse mesmo dia recebi um email de José, que me contou o seguinte:Luiz
Estou xonado na Miriam. Que doçura. Que pernas, que boquinha. Humm, que peitinhos ela tem, corno. Vc não sabe o que aconteceu hoje no almoço. Enquanto vc fazia o seu prato e a gente estava na mesa, eu olhei bem nos olhos dela e fiquei roçando minha perna na dela. Ela deixou, não fez nada, e eu percebi que ela tava respirando diferente. Pena que você voltou na hora que eu ia dar o bote. Ela ta no papo, corninho.
José
Eu não acreditei a principio, mas tive que concordar que ela estava diferente. Fiquei logo excitado com essa notícia. Por coincidência ou não, a noite, quando ela chegou do trabalho, falou que tinha gostado muito do José. Disse que ele era muito simpático e tímido. Aproveitou para sugerir que eu o convidasse para um churrasquinho que faríamos na noite de sexta-feira, em casa, para alguns amigos. Eu concordei na hora. Avisei o José do convite e ele só me disse o seguinte: Tá no papo, corninho.
Na sexta-feira, durante o churrasquinho noturno que fizemos, notei que ela estava mais falante que o habitual e vestira uma roupinha muito sensual. Notei também que ela se insinuava para o José, muito sutilmente, é claro, mas eu percebia o jogo. Notei que ele estava muito excitado e que ela não tirava os olhos do volume na calça do José, coisa que chama mesmo a atenção. Ele deve ter um cacete enorme. Em determinado momento, dei pela ausência de Miriam e vi que, logo em seguida, o José se dirigira para a cozinha da casa. Pedi licença e o segui, sem que percebesse. Fiquei de longe observando. Ela estava na pia da cozinha, fingindo que lavava um copo. Ele chegou e a abraçou por trás e mordeu-lhe a orelha. Ela gemeu baixinho e pediu que se afastasse. Ele a apertou e ela pôde sentir o membro rígido de um macho de verdade comprimindo sua bunda carente. Vi que ele sussurrava algo em seu ouvido, mas não entendi o que era. Ela se afastou tropeçando no próprio tesão e eu me escondi. Acho que ouvi ela dizer, bem baixinho, Deixa pra mais tarde.José me chamou num canto e me disse que iria comer minha esposa e seria naquela noite mesmo. Eu disse que era impossível, pois uns amigos iriam dormir lá em casa. Ele disse: deixa comigo, corninho, hoje eu vou dar tanta rola pra tua esposa, como ela nunca tomou. Vou tirar o atraso dela, você vai ver.
No fim da noite, os amigos que iriam dormir conosco não puderam ficar e me ofereci para levá-los em sua residência. José ficou com Miriam, sozinho. Eu sabia que ia acontecer. Quando voltei, quase uma hora depois, Miriam estava em nossa cama, cabelos molhados, sorriso nos lábios. Me disse que José havia saído e me deixara um abraço. Eu não podia perguntar-lhe nada mais profundo, mas sabia que ela estava com o olhar de quem fora feliz numa rola. No dia seguinte, ao abrir minha caixa de mensagens, leio o seguinte:
Bom dia, corninho
Ontem foi maravilhoso. Depois que você saiu levando o Fabio e a Nanda, agarrei nossa esposinha. Vou te contar tudo, tin tin por tin tin. Me pega aqui hoje no trabalho, no horário de almoço, que eu vou te contar. Como paga pelo tesouro que vc me pôs nas mãos, vou te dar rola e leite.
Eu não consegui trabalhar nesse dia. Desmarquei algumas consultas e fui andar no parque, pensando em tudo aquilo. Ao meio dia peguei o José num ponto de ônibus perto do seu escritório. Ele todo sorridente, de calça jeans e camisa xadrez. Macho pra caramba. Já entrou mandando: passa para o banco do passageiro, deixa que eu dirijo, corninho. E eu obedeci. Ele segurou na minha mão e colocou sobre o cacete dizendo: vai acariciando o pau que fode a tua mulher, corninho. Eu fiquei alisando aquela mala, pesada, volumosa. E ele me contou o seguinte:Assim que você saiu com aquele casal, ela foi pra cozinha para lavar uns copos e pratos e eu a segui. Abracei por trás e comecei a roçar na bundinha dela. Meti minha mão pela blusa e comecei a alisar os peitinhos...hum, que peitinhos tem a nossa esposinha, corno. Ela pegou minha mão e deslizou para dentro da saia...tava molhadinha. Meti os dedos nela e senti ela gozar, gemer. Carente demais, a Miriam. Eu botei meu pau pra fora e ela ficou acariciando. Eu também estava meladinho e ela não se fez de rogada, se ajoelhou na cozinha mesmo e me abocanhou. Nossa, que gulosa, corno. Ela chupou muito forte. Eu então botei ela na bancada da pia e caí de boca naquela bucetinha. Ela gemia demais, e gozava aquele melzinho na minha língua. Começou a pedir pica. Me fode, ela dizia, e eu fiz os desejos dela. Meti, sem dó, fundo. Ela rebolava e pedia mais e mais. Estava sem camisinha, mas ela não quis saber, meti fundo, e esporrei dentro dela. Ela me beijando a boca e eu gozando feito um louco. Depois fomos ao banheiro, onde tomamos um banho juntos. Ela estava tímida, parecia arrependida do que tinha feito, mas eu a beijei com carinho e lhe confessei que sempre estive a fim dela. Elogiei sua beleza e então percebi que ela havia gostado. Corninho, foi maravilhoso.
Ele parou o carro num estacionamento do parque da cidade, botou o pau pra fora, e ordenou que eu o chupasse. Quero esporrar na sua boca, corno, pois agora sou o macho de você e de sua esposa. Mamei como nunca tinha mamado e recebi aquele jato farto de porra grossa, branca, quentinha. Ouvia ele dizer: não desperdice uma gota, viado, beba tudo. E eu, submisso como sempre, engoli tudo.Quando o deixei de volta ao trabalho ele me confessou outra coisa. Hoje de manhã, ele me disse, ela me ligou perguntando o que vou fazer hoje a noite.
Se vc gostou (ou não) e quiser trocar idéias comigo, vou adorar. Meu email é osmar_lins@yahoo.com.br. Adoraria ter mais amigos na mesma situação, machos discretos e casados como eu. Grande abraço.
Aqui estou eu amigo. Um forte abraço!
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