quinta-feira, 8 de julho de 2010
Amigo é pra essas coisas
Oi, Osmar. Tá sozinho aí? Respondi que sim, filhos na escola, empregada de férias e esposa no trabalho. Que ótimo, ele disse, posso dar uma passada aí? Estou na maior seca, amigo. A patroa anda no vermelho e você sabe que não gosto de me masturbar. Que que você acha? Quer que eu dê uma passadinha aí? Eu não contava com essa visita hoje, tinha cancelado alguns clientes no consultório e aproveitara a tarde pra pôr em dia as leituras e os estudos, mas a possibilidade real de estar com o Antonio acabara mexendo comigo. Venha, eu disse, que eu vou te dar o que você quer. Antonio é um coroa charmoso, cinqüentão, bem alto e magro, muito cheiroso, que conheci há alguns anos no bate-papo de Brasília, no site do UOL. Advogado de uma grande multinacional, Antonio é casado, tem filhos e netos. Adora beijar e nas poucas vezes que estivemos juntos, me beijou inteiro. Tem o peito peludo, cabelos curtos, grisalhos, um cacete comprido, fino, que quando está excitado baba muito. Apesar de muito tímido, enrustido, já teve a coragem de ir a saunas ditas normais para ver o agito dos homens quando sós. Convidou-me a ir com ele, mas ainda não estou nessa fase de ousadia, recusei o convite, pois sou realmente muito tímido e, principalmente medroso. Sabendo que ele chegaria por volta das 16 horas, corri para o banheiro e lavei-me com esmero. Sentei-me no vaso e, com a mangueirinha ligada, fiz uma espécie de lavagem interna, deixando meu cuzinho e reto bem limpo, pois quem sabe ele gostaria de meter em mim? Tudo é possível, eu pensei. Perfumei-me, passei um creme hidratante na minha bunda, vesti um moletom, estrategicamente sem cueca, e uma camiseta. Ele chegou pontualmente, vestido com elegância, um blazer bege, sapato muito limpo e brilhante, camiseta preta que deixava aparecer os tufos de pêlos perto do pescoço. Antonio gosta de usar adereços, tipo jóias e correntes. Disse a ele um dia que sua aparência está mais para um bicheiro do que para um advogado. Ele riu com o riso mais gostoso que se tem notícia. Quanto tempo, meu amigo, eu lhe disse já abrindo o portão para que entrasse. Oi, Osmar, que saudade, meu velho. Guiei-o para dentro de casa e sentia seu perfume inebriando-me. Ao fechar a porta ele me abraçou por trás e beijou-me a orelha, Osmar, que delícia, que saudade, que vontade...as mãos me apertando com força, a barba arranhando-me o rosto, aquele cheiro de macho me deixando maluco. Calma, Antonio, vem comigo. Segurei uma de suas mãos e o arrastei para a sala, mas ele estancou a caminhada e confidenciou-me, Queria tanto te possuir na tua cama, Osmar. Sei que não devia falar isso, mas sempre tive vontade de lhe dominar em seu colchão, sob os lençóis que cobre você e sua esposa. Eu achei a idéia excitante e, cedendo aos beijos que me dava no pescoço, acabei adentrando meu quarto. Ele retirou o blazer, sentou-se na cama, como um menino levado. Vem cá, meu menino safado, senta aqui no colinho, vem. Eu me aproximei lentamente e fui puxado por ele que me abraçou e enrolou-se como uma serpente em meu corpo, sobre minha cama. Os beijos eram longos, fortes, boas chupadas em meus lábios. Suas mãos ágeis retiraram minha camiseta e sua boca pousou, ávida, em meus mamilos. Oh, que delícia tudo aquilo. Antonio, Antonio, meu homem, eu dizia quase chorando de tesão. Suas mãos desceram pelas minhas costas, adentraram o moletom, apertaram minhas nádegas. Meus dedos percorriam seu peito peludo, descendo lentamente até encontrar o cacete duro sob a calça social. Introduziu um dedo, depois outro, no meu cuzinho, Quero você, meu amor, dizia ele. Desatei o cinto e despi-o, o pau, meia bomba, comprido, bem melado. A cueca branca trazia placas de mel que ele deixara. Sucumbindo ao tesão, lambi todo o mel da cueca e cheirei-a com sofreguidão. Passei a mamar aquele cacete delicioso. O Antonio tem um belo pau, cheiroso, quente. Ele me fazia parar por instantes, Para, Osmar, senão vou gozar, e eu então aproveitava para beijar seu saco, lamber seus pentelhos, seu umbigo, suas coxas magras e peludas. Ele então sentou-se na cabeceira da cama, encostado no espelho de madeira, e pediu para que eu me sentasse sobre ele. Assim o fiz. Ele arriou o moletom que eu vestia, expondo minha bunda. Seu cacete deslizava no meu rego, para cima, para baixo, e como ele é pródigo na produção daquele líquido pré-gozo, a tal babinha, meu rabo foi ficando lubrificado. Ele me beijava com carinho e eu retribuía a tudo aquilo. De repente, senti suas mãos abrindo minhas nádegas e seu cacete apontar para o meu cuzinho. Parei assustado, Antonio, sem camisinha não dá, amigo, você não acha arriscado? E ele sussurrou baixinho, quase implorando, vou pôr só a cabecinha, não precisa ter medo, sou limpo, confie em mim, Osmar. E começou a meter, sem esperar que eu respondesse. Eu estava gostando de tudo aquilo, comecei a rebolar devagar, para que deslizasse todo aquele cacete para dentro de mim. Logo, sentia seus pentelhos a baterem no meu rabo, e aquele sacão – esqueci de dizer, mas o Antonio tem um saco enorme, delicioso de pegar, de alisar, de lamber e chupar - continuando, aquele sacão repousando sob mim. Ai, meu amor, que delícia, ele dizia, quero encher seu cu de porra, posso? E eu, alucinado, sobre ele, só fiz afirmativamente um hum-hum. Nessa hora, como estivesse prendendo o gozo há alguns minutos, senti um calor dentro do meu rabo, era seu gozo. Ele urrava gostoso e forçava o cacete para dentro de mim, como se quisesse me furar. Sentia a porra a depositar-se toda no meu rabo. Gozei simultaneamente. Como estávamos abraçados, meu cacete roçava em sua barriga, e nesse eu acabei atingindo o orgasmo junto com ele. Foi lindo. Ficamos nos beijando por alguns minutos, até que seu cacete ficasse totalmente mole e escorregasse de dentro de mim. Antonio estava com uma carga enorme de porra, que saiu do meu cu, escorrendo pelo meu saco, pelas minhas pernas. A sensação é indescritível de viscosidade, calor, tesão. Eram quase 18 horas quando ele, após banhar-se rapidamente, despediu-se de mim com um beijo e a promessa de repetirmos tudo noutra oportunidade. Dentro do carro, sorrindo pra mim, ele ainda disse Obrigado pela força, Osmar. E eu respondi, Amigo é pra essas coisas, Antonio.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Aconteceu em Caldas

A idéia partiu dele, que me ligou uma tarde: Osmar, estou indo pra Caldas com a esposa. Que tal você dar um jeitinho e leva a “nossa” esposinha junto, hein? A priori, achei a idéia muito maluca, embora muito excitante também. Conheço o José há algum tempo e já aprontamos algumas coisas. Ele é um macho interessante, gostoso, ativo, um verdadeiro garanhão. Sirvo passivamente a ele. O José sempre que quer uma mamada me liga avisando, Osmar, to a fim de dar uma gozada nessa boquinha. E eu então, submisso como sempre fui, simplesmente vou ao encontro dele e mamo aquele cacete moreno, delicioso, que ele tem. Só lamento porque ele sempre tem pouco leite, pois nunca vi homem pra foder tanto quanto o José. E casado há anos, tem um casal de filhos adolescentes, e trepa com a esposa diariamente. Além disso, e ele sempre me conta, costuma comer outras mulheres que contata pelos chats da internet. O José é um homem atraente, de coxas grossas, olhar sedutor. Um macho como ele conquista quem quiser. Tem o hábito de me chamar de corninho, pois sabe que eu adoro isso, e nutre o sonho de um dia tornar isso real, ou seja, tem o desejo de comer minha esposa, que ele conhece por fotos que lhe mostrei. Ligou-me com essa idéia maluca, a de irmos para um mesmo hotel em Caldas, e “quem sabe eu não te faço corno de verdade lá, hein?”. Do projeto à realidade foi um pulo, minha esposa confessou que andava cansada, precisando de um relaxamento. Aproveitei e sugeri Caldas Novas. Ela topou na hora, sem nem sonhar o que eu estava pensando exatamente. Fomos de carro e logo na chegada vi o José no saguão do Hotel, com a esposa. Ele também viu a nossa chegada, sorriu muito discretamente pra mim, piscando aquele olhinho sacana pra mim. Mais tarde, depois de nos alojarmos, seguimos para as piscinas.
Lá estava ele, de sunga, aquelas pernas maravilhosas, aquele volume que eu conheço tão bem, meu Deus, que tesão me dá esse homem. Estava só, pelo menos não vi sua esposa na piscina, nem nos arredores. Aproveitando que minha esposa tinha ido ao toalete, passei perto dele e disse-lhe que ia deixá-lo a sós com ela. Inventei uma desculpa para minha esposa e disse que ia ao quarto, voltaria logo. Ela ficou na piscina e eu percebi o sorriso de caçador na cara do José. Da varanda do quarto em que estávamos hospedados dava pra ver a piscina e, de lá, pude perceber o José abordando minha esposa. Ela, dentro da piscina, ele, sentado na beirada, conversando. Percebi que o safado abria as pernas e eu sabia que a idéia era exibir aquela mala deliciosa pra ela.
Eu confessei a ele que não transava com minha esposa há meses, que ela andava muito carente de um homem, e que ele, se soubesse jogar o jogo certo, conseguiria algo com ela. Minha esposa sorria para ele, que conversava alegremente. Sorriam como amigos. O José sabe realmente como agir. Logo, estavam de um jeito que se pareciam amigos de anos. Desci para a piscina e minha esposa, visivelmente sem graça, como se estivesse envergonhada por ter sido flagrada fazendo algo errado, apresentou-nos: Osmar, este é o José, ele é de Brasília também. Nos apertamos as mãos e alimentamos uma pequena conversa de trivialidades. Disse-lhe que era psicólogo, coisa que ele já sabia há anos, assim como eu sabia que ele era engenheiro. Minha esposa saiu para o bar, ia comprar uma cerveja e um tira-gosto para a gente.
Osmar, ele me disse, essa mulher é um tesouro, corninho. Ela ta doida pra dar, eu sei disso, eu conheço as mulheres. Ela não tirou o olho do meu cacete. Ela é mais gulosa que você, corninho. Eu comecei a ficar de pau duro, pulei na piscina pra não dar bandeira. Ele continuou: vou comer essa gostosa e te fazer corno, quer apostar? E vai ser hoje mesmo. Eu duvidei, pois minha esposa é do tipo séria, nunca faria isso, eu podia jurar que ela nunca me trairia. Osmar, ouve o que to te dizendo, ainda hoje vou te fazer corno. Bebemos, conversamos, rimos. A esposa do José tinha ido à cidade e na volta ele nos apresentou. Ela não quis ficar na piscina, disse que estava cansada, com dor de cabeça, e recolheu-se. José piscou pra mim e falou discretamente pra que eu deixasse os dois sozinhos. Minha esposa já tinha tomado algumas caipirinhas e estava um pouco além do normal. Eu percebi que era a hora de tudo acontecer.
Falei que ia pegar uma sauna, chamei o José que, é claro, não aceitou. Minha esposa também rejeitou a proposta, disse que ficaria na piscina e ainda me incentivou a ir. Logo desconfiei que ela estava dando bola para o José. Já tinha percebido que ele, sentado na beira da piscina, encostava o pé discretamente em minha esposa, que nada fazia para afastá-lo. Não sei como consegui sair da água sem dar bandeira, pois estava muito excitado. A idéia de ser corno me deixava alegre, cheio de tesão. Ficaram apenas os dois na piscina, o hotel estava vazio, era baixa temporada. Ao invés de ir a sauna, fui para o quarto e fiquei observando os dois da janela. Vi quando ela foi envolvida pelas pernas dele, que estava sentado na beira da piscina. Ela fugiu da armadilha, sorrindo. Ele entrou na água e começaram a brincar, como crianças, mas eu sabia que o José estava mesmo era agindo como uma onça envolvendo a caça. Logo, vi-o abraçar minha esposa pelas costas e beijar sua orelha, tudo muito rapidamente, pois podia chegar alguém a qualquer momento. Notei que ela não reagiu mal, pelo contrário, pareceu ter gostado. Ele bem perto dela, enlaçando-a com um dos braços, puxando sua mão para tocar em seu membro...era isso que eu estava vendo ou será que estava imaginando? Saíram da água e entraram no hotel. Ouvir passos no corredor, eram eles. Como achavam que eu estava na sauna, vieram para o quarto, foi o que deduzi.
Escondi-me no banheiro. Temos que agir rápido, José. Era a voz da minha santa esposa. Pela fresta, vi que se beijavam e que ele habilmente a despia, retirando a parte de cima do biquíni. Logo, ele estava de boca cheia nos peitinhos de minha esposa, que gemia baixinho. Suas mãos agiam rapidamente, procurando a bunda da minha esposa, sua vagina. Ela, totalmente entregue, não conseguia reagir. Ele a jogou na cama, como um macho deve fazer com uma mulher, e retirou o cacete da sunga. Chupa, Cris. Ele disse, e ela, como um bebê faminto, atacou aquele cacete que tantas vezes eu chupei. Calma, mulher, ele disse, assim você machuca, vai devagar, abre a boca, isso, toma. E ele enfiava o pau na boca da minha esposa. Ele deitou-se sobre ela e retribui ao oral, chupando sofregamente sua vagina. José era realmente expert nisso. Ela gemia, o corpo todo vibrava, enquanto ele sugava o seu clitóris, levando-a ao delírio. Enquanto agia assim, percebi que metia os dedos no cuzinho da minha esposa. Virou-a de bruços e, sem que ela pudesse reagir, meteu a cabeça do pau no seu anelzinho.
Ela gemeu de dor, mas ele foi colocando com carinho. Empina bem a bundinha, Cris, isso, isso, delícia. E ela ia fazendo tudo que ele pedia, gostando de tudo aquilo. José, eu não sabia o que era um homem de verdade. Que maravilha. ME fode, me fode. Eu ouvia aquilo e não acreditava que aquelas palavras saíam da boca da minha santa esposa. Ele simplesmente metia no cuzinho dela, enquanto manipulava seu clitóris e enfiava os dedos na vagina. Tirou o pau do cu da minha esposa, pegou uma camisinha na carteira, encapou o cacete, e pediu que ela o cavalgasse. Ela assim o fez. Sentou na vara e gozou, gozou alucinadamente. Minha esposa é do tipo de mulher que goza aos cântaros, fica completamente ensopadinha, o pau da gente parece nadar num pântano. José também gozou e se beijaram, como amantes carinhosos. Vamos embora, seu marido deve estar nos procurando, vai pegar mal. Ele fingiu. Saíram do quarto e eu ainda recolhi a camisinha cheia do leite do José e confesso que, por pouco, não bebo.Quando voltei a encontrá-los, na piscina, ele piscou pra mim e, sem que ela percebesse, disse, meu corninho, quero uma chupada para comemorar seus chifres. Eu, fingindo-me desentendido, perguntei-lhe se tinha acontecido algo. Ele sorriu e contentou-se em dizer que ia pegar uma sauna.
Vamos? Eu o segui. Deixei minha esposa na piscina, com a cara mais satisfeita que uma mulher pode fazer. Estava realmente feliz. Na sauna, apenas nós dois, ele me ordenou: Chupa o pau do teu macho, do macho da tua mulher, corno. Eu, submisso, ajoelhei-me e o mamei por muito tempo, até que ele finalmente gozasse de novo. Osmar, antes de voltarmos pra Brasília, quero comer teu cu, corno. Combinado? E eu apenas disse que faria tudo que ele quisesse. Algum dia, se der, eu conto o resto desta história que aconteceu em Caldas Novas
segunda-feira, 5 de julho de 2010
FAST FODA
Nesse horário, fique tranquilo, meus amigos não estão em casa. Ele tentava me tranqüilizar, mas eu sou muito desconfiado, medroso. Não acha melhor a gente deixar pra lá toda essa história? Confesso que fico grilado, Pedro. Já pensou se entra alguém na hora? Ele ficou rindo da minha reação e passou discretamente a mão no cacete. Você vai dispensar isso que eu tenho guardado pra você? O cara sabia muito bem como me desarmar. Há pelo menos dois meses a gente andava trocando mensagens pelo MSN. Conheci-o num chat de Brasília. Apresentou-se com o nome real, Pedro, arquiteto, solteiro, 36 anos. Como todo casado, dei um nome falso. Nesse tipo de chat eu gosto de ser sincero com as pessoas, mas sempre mantendo um certo limite quanto a minha segurança. Nunca forneço endereço, local de trabalho. Hoje, que tenho dois chips no celular, até forneço o numero do “fone da putaria” (como eu gosto de falar), mas antes não tinha coragem de dar meu celular pra ninguém. Com o Pedro foi diferente, muito por conta dele mesmo que logo me passou o número do trabalho. Mostrou-se para mim pela câmera e eu pude ver um homem normal, atraente e muito sexy dentro dessa normalidade. É branco, estatura média, poucos pêlos, cabelos castanhos claros, rosto redondo de nordestino, muito discreto, não ousou mostrar nada mais pelo MSN. Já vi muitos cacete pelas câmeras do meu MSN. Não vou dizer que não gosto, pois adoro pica, mas as vezes, quando me interesso, gosto mesmo de ver o rosto da pessoa. Faço isso pra reconhecer o meu interlocutor, não para avaliar beleza, pois não ligo pra isso. Juro. Pedro sempre insistiu pra que nos encontrássemos, fossemos a algum motelzinho. Eu nunca tive coragem. Nesse dia, ligou-me pra dizer que os amigos com quem dividia o apartamento no Setor Sudoeste estavam fora de casa. Podemos ir lá, Osmar. O apartamento será só nosso, que acha? Acabamos por nos encontrar num bar, perto da quadra 103. Ele chegou com um pouco de atraso, não mais que dez minutos. Vinha de calça listada, cheia de estilo. Um paletó escuro sob uma camiseta branca. Tênis também branco. Parecia um astro do rock. Me viu no fundo bar e veio sorrindo. Cumprimentou-me e sorriu. Um sorriso lindo, sacana. Aposto que está se borrando de medo, né? Ele disparou pra mim. Eu retribui o sorriso e confirmei sua constatação. Estou me cagando de medo, Pedro. Calma, Osmar, na boa, a gente faz se você quiser. Aconteceu um pequeno imprevisto, teremos que ser rápidos, pois marcaram uma reunião para tratar do meu projeto para a Casa Cor deste ano. Você se incomoda se for uma rapidinha? Ele disse isso alisando o cacete que, pude perceber, estava bem duro dentro da calça. Tudo bem, Pedro, mas ainda estou com medo de aparecer alguém. Relaxa, vem, vamos no meu carro, depois te deixo aqui de novo. O apartamento era muito perto dali, numa 300. Subimos no elevado conversando besteiras. Ao entrarmos no apartamento, muito bonito por sinal, ele botou o cacete pra fora e me pediu para chupá-lo. Não pensei duas vezes, caí de boca naquela maravilha. Era um pau comprido, grande, porém fino. Tinha muita pele cobrindo a glande, o que a princípio pensei ser um típico caso de fimose, mas quando arregacei devagar, a cabeça se mostrou inteira. Que delícia de cacete aquele. Fiquei chupando, lambendo, enquanto ele buscava abrir uma camisinha. Teremos que ser rápidos, me desculpe. Eu não prestava atenção aos seus pedidos de desculpas, só queria mamar aquela vara. Pedro tinha muitos pêlos pubianos, grandes, não aparava os pentelhos, que eram muito cheirosos, sinal que ele os tratava bem, com higiene. Pediu-me que ficasse de quatro, no sofá. Não precisa tirar a calça, Osmar, basta arriar. Ele também não se despiu, apenas o cacete de fora, agora encapado com uma camisinha vermelhinha, colorida. Vi aquela lança enorme apontando pro céu e ele percebeu minha vontade de dar o cu. Você vai agasalhar ela todinha pra mim, não vai? Eu, de quatro, calça arriada, cu exposto, piscando. Ele, com o pau de fora da calça, aproximou-se e procurou uma maneira de penetrar-me. Senti a cabecinha roçar meu cu, errar o alvo, deslizar para entre minhas pernas, batendo no meu saco pendurado. Osmar, me ajuda, bota na entrada, vai? Eu segurei o cacete dele e guiei-o na direção do meu rabo. Ele empurrou, senti a pontada, um pouco de dor. Ele segurou-me na cintura. Rebola pra mim, vai. Ele pediu com carinho. Eu fiz como ele queria e o cacete foi entrando, entrando. Eu gemia muito e ele pediu que fizesse silêncio. Essas paredes são muito finas, as pessoas ouvem tudo, Osmar. Ele meteu gostosamente por cerca de 15 minutos. Abraçou-se forte, sobre mim, e gozou urrando baixinho. Retirou o cacete de dentro de mim e segurou-me pela mão. Vem comigo, Osmar. Entramos no banheiro, de frente pra pia, um espelho nos olhando. Ele abraçou-se em mim, por trás, e começou a me masturbar. Sentia sua língua em meu pescoço, seu pau melado roçando meu rego, e sua mão hábil manipulando meu pau muito duro. Gozei alucinadamente, o jato de porra bateu no espelho, sujou a pia. Ele disse, bem formal: Lave-se, precisamos ir. Saímos do apartamento como dois estranhos, ele em silêncio. Você gostou, Pedro? Sim, gostei. Limitou-se a dizer isso. Deixou-me no estacionamento, onde estava meu carro. Nos falamos por aí, Osmar. Nunca mais o vi, não nos falamos mais, nem MSN, nem e-mail, nada. Nesse mundo virtual existe muito disso, relações malucas, prazerosas, mas absolutamente vazias. Encaro como uma forma de fast food. Pode não ser saudável, pode não ser um banquete, mas é muito gostoso de vez em quando, concordam?
domingo, 4 de julho de 2010
Amizade mais que colorida
Tenho um amigo, também casado, que eventualmente me liga para aprontarmos alguma coisa, tudo muito discretamente. Nos conhecemos há uns dez anos nesses bate-papos da internet. Lembro que nosso primeiro encontro foi muito engraçado, pois tanto ele quanto eu nunca nos tínhamos encontrado com outro homem para falar de sexo entre machos. Ele é um moreno muito gostoso, corpo de jogador de futebol, pernas grossas, peito forte, tem olhos lindos, sacanas, cabelos curtos, enroladinhos. Nossa amizade começou com minha vontade de experimentar ser passivo com outro macho e ele, por sua vez, queria experimentar a boca de outro homem no seu cacete. A gente marcou de se encontrar na estação metrô no Guará. Quando cheguei no estacionamento, perto da Feira, ele já estava lá, nervoso. Lembro que vestia uma camisa do Flamengo e, enquanto conversávamos, mexia o tempo todo no cacete, como se estivesse arrumando o pau na cueca. Quer mesmo chupar? Ele perguntou. Eu disse que sim e devolvi a pergunta. E você? Está mesmo a fim de botar seu pau na minha boca? Rumamos para um pequeno apartamento, estrategicamente vazio, da minha irmã que estava viajando e deixara a chave comigo. Mamei de maneira afoita, sem jeito, ele gozou rapidamente, esporrou em meu rosto. Ficamos sem graça e saímos de lá com uma sensação estranha. Achei que nunca mais faríamos de novo. Me enganei, pois desde então já nos encontramos diversas vezes e há algum tempo desenvolvi o hábito de beber seu gozo. Isso mesmo. Sei que isso é muito arriscado, mas com ele eu me senti a vontade para experimentar. Do experimento, acabei me viciando em porra. E ele adora me dar leite. Já aconteceu de me ligar dizendo: Osmar, estou há três dias sem gozar, esposa no vermelho. To guardando tudinho pra você. E ele sabe que eu fico maluco de tesão com essa provocação. Na última vez que nos encontramos, em minha casa, ele despejou muito leite quente em minha boca. Gosto de ficar depois chupando, com carinho, enquanto o cacete dele amolece e adormece, limpo com minha saliva. Já fizemos alguns joguinhos fantasiando dominação e eu até que gostei de levar uns tapas enquanto chupava o pau dele. Ultimamente a gente anda fantasiando com a idéia de ele comer minha esposa. Quero confessar que ando deixando a desejar como macho, ou seja, não tenho comparecido há meses, e minha esposa anda muito carente. Queria muito que ela tivesse um homem de verdade, alguém que a fizesse feliz, a fizesse mulher, uma vez que eu, decididamente, não consigo – nem quero – ser macho. Me excita demais a possibilidade de ser corno um dia. Meu amigo é louco por minha esposa, já lhe mostrei fotos dela enquanto o mamava. Não consigo tocar no assunto com ela, pois sei que nunca entenderia. Ela é séria,discreta, formação moralista, creio que não aceitaria ter outro homem além de mim, mesmo não tendo de mim o que se espera de um homem. Dia desses, ajoelhado entre suas pernas, mamava o meu amigo, enquanto ele cheirava uma calcinha de minha esposa. Pediu-me que arranjasse uma calcinha dela pra ele cheirar enquanto eu o chupava. Na hora de gozar, como sempre, me fez beber a porra, mas pediu pra eu parar de chupar e ficou a limpar o pau com calcinha dela e depois esfregou na minha cara. Não sei onde vai parar tudo isso, só sei que nossa amizade é cada dia mais forte e segura. Sei de suas aventuras e conto-lhe tudo que acontece comigo. Ele tem a mania de tirar fotos do próprio cacete e me enviar por email, provocando-me. Perdi a conta de quantas imagens tenho daquele pau maravilhoso. Estou postando algumas aqui, com autorização dele, é claro.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Ajoelhou, tem que rezar
Hoje é muito comum ouvirmos nos telejornais as notícias do envolvimento de religiosos (a maioria padres) com menores de idade. Fala-se muito no padres pedófilos espalhados pelo mundo. Minha família é tradicionalmente católica e por conta disso, desde pequenino freqüentei a Igreja, os grupos jovens. Sou batizado e crismado. Casei-me na Igreja, batizei meus filhos na religião católica. Quero confessar que eu nunca tive a sorte, quando criança ou adolescente, de encontrar um padre que abusasse de mim. Que pena! Lembro do padre Gennaro, que nos guiava no grupo jovem quando eu tinha meus 14 ou 15 anos. Delícia de espécime italiano, meu bom Deus! Aquele sotaque da Toscana que me embalou várias sessões de punhetas solitárias no banho, na cama. Era um homem belo, muito alto, muitos pêlos, muito tudo que me enlouquecia. Nessa época, eu não perdia uma missa, uma reunião do grupo e só não me tornei coroinha porque já estava velho para o trabalho. Ai como que gostaria de balançar o incensório do padre Gennaro. Eu adorava quando ele vinha para as reuniões do grupo jovem vestido a paisana, de calça de tergal. Tenho quase certeza de que ele não usava cuecas, pois eu via bem o balanço de sua rola dentro da calça. Quando ele andava era possível ver a rola roçando o tecido, parecendo querer saltar fora, cair na minha boca. Perdi a conta de quantas vezes me excitei vendo aquele homem no altar, durante a homilia. Eu não conseguia olhar para o cálice que ele elevava aos céus dizendo “Eis o mistério da fé”. Eu só conseguia olhar para aquele corpo maravilhoso vestido de branco, com todos os paramentos sagrados. Para mim, sagrada era a rola que estava atrás daquela batina. A face do meu padre delicioso deixava marcada a barba por fazer, uma espécie de moldura refinada para aqueles lábios maravilhosos. Uma vez, muito ousadamente, permiti-me encostar, como que por acaso, no corpo desse homem. Estávamos tentando carregar um pesado móvel na sacristia, eu e mais dois outros jovens. Ele, nos vendo em apuros, veio nos ajudar. Nessa hora, dei um jeito de tocar sua mão, roçar seu corpo. Ele sorriu sem graça, mas não percebeu que eu estava ali sonhando com ele sobre mim. Nunca tive a sorte de encontrar um padre pedófilo. Sei que é até um pecado dizer uma coisa dessas, pois não sou tolo de referendar o abuso sexual de quem quer que seja. Crime é crime. Mas estou falando de mim, queria ser abusado, ser explorado, ser comido pelo padre Gennaro. Fiquei só no querer, nunca aconteceu nada, e por isso cresci com essa fantasia maluca de ir pra cama com algum padre. Sou psicólogo, casado, filhos, e alimento minha bissexualidade sem nenhum sentimento de culpa. Por conta da minha atividade docente (dou aulas de psicologia em faculdades privadas), fui convidado a dar uma palestra numa faculdade católica. Ao ler o convite, senti meu coração disparar. Não é possível, dizia para mim mesmo, deve ser outra pessoa, não pode...ou será? Assinando o tal convite o nome de um certo Padre Gennaro Buonarroti. Era ele, sim, era ele. Nunca me esqueceria daquele nome que tantas vezes declamei baixinho ao me masturbar. Marcou um encontro para acertarmos tudo sobre a palestra. Apareci no seu gabinete na faculdade pontualmente às 15 horas. Meu coração cinqüentão parecia ter remoçado umas três décadas e meia, pois eu estava meio acelerado quando a secretária do coordenador do curso me avisou, Sr.Osmar, pode entrar agora, o Padre Gennaro vai lhe receber. Você acredita em epifania, caro leitor? Pois foi o que se me ocorreu naquela tarde. A porta se abriu e um homem perfeito surgiu na minha frente. O sorriso enorme, branco, emoldurado por uma barba grisalha muito bem aparada. Os cabelos, também grisalhos, estavam preservados, nenhum sinal de calvície. Uma barriga discreta e muito sensual parecia dizer: Sou macia, deite-se aqui. Ele vestia calça e camisa pretas de manga curta. Os braços exatamente como me lembrava deles, fortes, muito brancos e peludos. Uma floresta de pêlos claros, muito lisos, que eram acariciados por um relógio grande. O volume, exposto na calça, era simplesmente avassalador. Não conseguia tirar os olhos do conjunto, era um verdadeiro deus do sexo. Estendeu-me a mão e comentou, Conheço-te de algum lugar, professor? E eu, trêmulo como um adolescente que se vê diante da amada platônica, Sim, o senhor foi padre em minha paróquia quando eu era adolescente. Ah, é mesmo? Onde foi isso? A nossa conversa enveredou para algumas lembranças do período em que morei no Cruzeiro, cidade satélite do Distrito Federal. Notei que ele tinha a estranha mania de, a cada minuto, passar a mão sobre o cacete, como quem espana casca de amendoim ou qualquer sujeira que se nos cai na roupa. A princípio achei que fosse alguma mania, mas aos poucos percebi que ele sorria maliciosamente quando fazia esse gesto. O Padre Gennaro sempre foi um homem inteligente e até hoje desconfio que ele sabia das minhas intenções para com ele e, por um motivo que não me ocorre, nunca quis ir adiante. Na época julguei que talvez ele não curtisse homens, uma vez que era o rei das meninas da paróquia. Ou então era um homem realmente íntegro, um religioso exemplar, que não se deixava envolver por coisas mundanas. Mas agora, ali na minha frente, começava a duvidar dessa santidade toda. Ele com certeza percebeu que eu estava mesmo sem graça e deve ter captado a minha euforia ao revê-lo, pois começou a passar a mão sobre o cacete, bem lentamente, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Eu não sabia se olhava para a sua cara linda, muito safada, para o cacete duro, para a janela, para o teto. Fica, tranqüilo, professor Osmar. Por que tanta timidez? Ele me disse isso com uma voz que parecia lamber meu útero (se eu tivesse útero, né?). Eu não sei se devo estar aqui, padre. Acho melhor...Fique tranqüilo, meu rapaz, olhe bem para o que te agrada, sem culpa, sem receio...e apertou o pau. Sim, ele apertou o cacete e sorriu para mim. Eu me lembro bem de você. Sei muito bem o quanto você queria me dar naquela época, mas eu não podia. Fiquei bestificado com aquela confissão. Então ele percebera tudo e respeitara a minha inocência. Quando lhe enviei o convite para a palestra, eu já sabia que receberia você aqui nessa sala e que você gostaria de saborear essa criança...e ele começou a abrir o zíper da calça. Enfiou a mão e puxou o cacete mais belo que eu possa ter. Muito branco, pleno de veias, a cabeça exposta numa cor rosa muito bela. Permaneci parado diante dele, sem ação. Ele esfregando o pau, alisando o saco, colheu um pouco de melzinho que insistia em sair pela cabecinha, levantou-se, veio em minha direção, e passou nos meus lábios aquele líquido quente, É para proteger seus lábios dessa seca horrível, Osmar, ele disse, sorrindo de maneira indescritivelmente sensual. Você sabia que esse líquido pré-seminal é um bom hidratante? E colheu um pouco mais do melzinho e passou nos meus lábios. Chupe com vontade, meu filho. Ele disse, e enfiou o cacete em meu rosto. Não resisti a tudo aquilo, mergulhei meu rosto entre suas pernas, e mamei como se fora um bezerrinho esfomeado. Ele acariciava meus cabelos, guiava meus movimentos em torno do cacete, muito duro e grosso, babando em minha língua. Chupa bem a cabecinha, Osmar, gosto quando chupam meu cabrestozinho, ele implorou, e nem precisava, pois eu faria tudo que ele quisesse. Lambi o cabresto, arregacei o cacete com os lábios, suguei aquele saco pentelhudo. Pedi que ele arriasse um pouco as calças, para que eu pudesse apreciar aquelas coxas peludas. Sabia serem peludas e maravilhosas, pois lembrava de uma partida de futebol na paróquia, quando ele participara, e me enlouquecera de tesão. Viva, Azurra! Ele berrava. E eu, dentro de mim, gritava, Viva você meu tesão! Ele não quis arriar as calças, disse que assim era mais seguro, no caso de nos incomodarem. Ele perguntou-me se eu gostava de ser penetrado e eu lhe disse que as vezes, muito raramente. Ele completou: quer que te coma? Fica em pé, desce tuas calças, te apóia na escrivaninha e abre bem as pernas. Enquanto eu lhe obedecia, como um robô, absolutamente passivo, ele encapava o cacete com uma camisinha lubrificada. Abriu a gaveta da escrivaninha, tirou um tubo de KY, e pediu que eu me lubrificasse bem. Veio por trás de mim e meteu a cabeça no meu rabo. Senti o cu a rasgar-se, ele não se incomodou, forçou a entrada, segurando-me pela cintura. Foi metendo, Rebola, pra mim, Osmar, vai facilitar a penetração, e eu a rebolar, o cacete foi entrando, entrando, até que senti seus pentelhos roçando meu rabo liso. Ele começou a falar em italiano, no meu ouvido, palavras que supunha serem palavrões, pois ele se tornou mais agressivo, socando sem dó, forte, as mãos envolvendo meu corpo, não me deixando escapar das estocadas, que eram muito profundas. Eu suspirava, suava, e gemia de dor e prazer. Ele então gozou, senti seu corpo tremer, ele mordeu minha orelha. Tirou o pau de dentro de mim, retirou-se para um banheiro que havia no gabinete. Ouvi que se lavava e dava a descarga no vaso sanitário. Na certa se desfizera da camisinha que, pude notar, estava cheia de porra. Vesti-me, com o cu bem aberto, ardendo, mas completamente saciado. Não gozara, mas isso não era fundamental, queria curtir aquele tesão a tarde inteira. Ele voltou sorrindo, como se nada tivesse acontecido, sentou-se e me disse que a palestra seria na sexta-feira, às 21 horas, no auditório da faculdade.
De Brasília a Natal
Tinha dezessete anos quando viajei sozinho pela primeira vez. Com autorização de meus pais, comprei uma passagem, de ônibus, para Natal. Uns tios moravam numa casa em Ponta Negra e eu tinha muita vontade de conhecer o nordeste. Isso aconteceu em 1977, hoje, aos cinqüenta anos, relembro com um tesão profundo aqueles acontecimentos da viagem. Fiquei muito chateado quando percebi que não ficaria sentado à janela do ônibus, mas a lembrança de que estava viajando sozinho para merecidas férias na praia me alegrava bastante. Quem será o passageiro que me fará companhia nessa viagem? Eu me questionava. Meu pai, brincando, dizia que do jeito que eu tenho sorte só poderia ser uma mulher bonita e fogosa. Eu, encabulado com essa brincadeira, ria amarelo. Despedi-me de meus pais e, já dentro do ônibus, sentia a ansiedade com essa aventura. Estava na janela, no banco que não era meu, sorrindo e dizendo adeus para o meu pessoal, quando escuto uma voz máscula atrás de mim, no corredor do ônibus, Posso passar praí? Olhei para o sujeito, era um moreno forte, braço de estivador, jeito de operário, homem do povo. Vestia uma bermuda jeans, camiseta, sandália tipo havaiana. Levantei-me para lhe dar passagem e vi meu irmão sorrindo daquela situação. Lendo seus lábios eu entendi que ele dizia “Cadê a mulher gostosa que papai falou?”. Pois é, havia um homem gostoso e ninguém sabia que era daquilo que eu gostava. Até hoje ninguém sabe que eu adoro rola. Minha esposa teria um ataque se descobrisse que gosto da mesma coisa que ela. Meus filhos acho que nunca mais falariam comigo. Meus amigos talvez ainda falassem, mas eu morreria de vergonha se eles soubessem que o amigão deles é chegado numa vara. Naquela época eu ainda não tinha experimentado uma pica. Gostava de ver os amigos na escola, as malas nos calções. Era completamente puro e virgem. O ônibus deixou a rodoviária pontualmente as 21 horas. O tal sujeito parecia cansado, pegou no sono nas primeiras horas de viagem. Me senti incomodado pela maneira como ele se sentara, de pernas abertas invadindo meu espaço. Tinha pernas forte, peludas, que ficavam roçando nas minhas. Essa situação, que a princípio me irritara, começou a me deixar muito excitado. O moreno dormia um sono pesado, respiração forte, quase roncando. Deitei-me de lado na cadeira, fingindo que dormia, apenas para ficar admirando aquela pica dentro da bermuda. Pelo volume que fazia, parecia ser bem dotado. Uma vontade maluca de alisar aquele cacete. De madrugada, na escuridão do ônibus, criei coragem e deslizei minha mão, lentamente, com o coração na boca de tanto medo, sobre a perna do sujeito. Ele nem se mexeu. Fui subindo a mão, devagar, quase imperceptivelmente, a toquei no mastro sob a bermuda. Alisei, com muito carinho. Meu pau a ponto de explodir de tanto tesão, o cara dormindo, minha mão alisando o cacete dele, uma vontade de apertar tudo aqui, mas o medo de que ele acordasse. O ônibus fez uma parada já em Minas Gerais, para um café. O sujeito acordou, pediu licença, saiu para o bar do posto. Fiquei no ônibus, não tinha fome e estava com frio. Fiquei admirando aquele macho do lado de fora, pernas grossas, fumando. Ele olhou pra mim na janela, sorriu, me cumprimentou. Será que ele tinha visto alguma coisa? Fiquei nervoso com essa possibilidade. Ao retornar ao seu lugar, sentou-se novamente como quem toma posse do lugar, abrindo bem as pernas de macho, colocando-me na minha insignificância. De certa forma, isso me dava mais tesão. Era como se ele fosse o dono do pedaço e eu apenas um passivo submisso ao seu macho. Incrível como ele tinha um sono pesado, caiu rapidamente no sono, mas desta vez se cobriu com uma toalha. Sucumbiu ao frio. Esperei que todo o ônibus estivesse dormindo e de novo, insone, deslizei a minha mão em direção aquele macho. A dificuldade agora era maior, pois ele se cobrira com uma toalha e isso dificultava a operação. Meti minha mão sob o tecido que o cobria, tatei pela sua coxa e subi em direção ao seu cacete. Quando cheguei perto do pau, para minha absoluta surpresa, percebi que ele tinha tirado o pau pra fora da cueca, e estava muito duro. Puxei minha mão, num movimento rápido de fuga, mas ele foi muito mais rápido, segurou meu pulso e falou baixinho, Calma, guri, segura e alisa, vai. Eu, morto de vergonha, não sabia se devia obedecê-lo ou se deveria negar e fechar a cara. Mas era óbvio que ele tinha estado o tempo todo acordado quando eu o alisara antes. Não adiantaria mentir. Fiz o que era certo e o que eu mais queria. Segurei bem naquele cacete e fiquei alisando como podia. Uma vontade enorme de chupar, mas me sentindo impotente para realizar o desejo, pois alguém podia ver. Ele, percebendo meu tesão, segurou-me pelo pescoço e forçou que eu me curvasse em direção ao seu cajado. Levantou a toalha, mergulhei minha boca, e depois cobriu-me. Fiquei sob sua coberta, chupando aquele cacete, por vários minutos, perdi a conta. Era um pau realmente grande e muito grosso. Era o típico pau babão, ficava todo melado a medida que eu o chupava. Ele acariciava meus cabelos enquanto eu fazia o melhor possível para agradá-lo. Eu, meio sem jeito, ouvi-o dizer: engole tudo, engole o máximo que você puder, que eu vou gozar e não quero me sujar. Abri bem a boca e senti o cacete na garganta, me deu ânsia de vômito,não tinha tido essa experiência ainda. Ele segurou minha cabeça, forçando ainda mais a penetração de minha boca, e então gozou. Gozo farto, grosso, quente. Muito leite ejaculado em minha garganta, em minha língua. Foram vários jatos de porra que eu fui engolindo, engolindo, tentando respirar e ao mesmo tempo engolir. Mesmo depois de gozar, continuei sugando aquele cacete moreno, lambendo seu saco, arregaçando o pau pra lamber a cabecinha. Ainda saía um pouco de leite, uma gotinha aqui, que eu espremia pra chupar. Ele, muito carinhoso comigo, deixou-me deitar em seu colo e dormir durante a viagem. Disse pra eu chamá-lo de tio, pois assim não daríamos bandeira. Me contou que era casado, tinha dois filhos adolescentes, que moravam com a mãe em Natal. Ele viera pra Brasília, ganhar a vida. Estava voltando pra casa depois de três anos sem ver a família. Essa primeira noite com o Geraldo foi maravilhosa. Ele era muito atencioso, mas muito sério também. Homem de poucos risos. Na segunda noite de estrada, tentava dormir um pouco quando sinto a mão dele puxando a minha mão em direção ao cacete. De novo, alisei aquela tora maravilhosa. Ele pediu que eu ficasse de ladinho no banco, de costas pra ele. Arriou meu calção e ficou alisando minha bunda. Eu, quietinho, só curtia aquelas mãos calejadas deslizando pelo meu rego. Dividíamos um mesmo cobertor e ninguém sonharia no que estávamos fazendo ali. Ele, de conchinha comigo, começou a roçar o cacete no meu cuzinho. Senti que abria minhas nádegas e procurava a melhor maneira de encaixar a pica no meu rabo. Ao meter a cabecinha tentei fugir. Ele me segurou sussurrando, Calma, Osmar, relaxe, fica calmo, não vou te machucar. Ficamos nessa posição durante alguns minutos. Ele metia um pouco, tirava, tornava a botar. De vez em quando um passageiro se levantava para ir ao banheiro e a gente fingia que dormia. Embaixo da coberta nossos cacetes superduros, o meu em minha mão, o dele em meu cuzinho. Nunca pensei que fosse agüentar aquela tora toda, mas ele foi fazendo o serviço com uma calma tremenda, e metendo até que todo ele estava em mim. Ele então segurou-me pela cintura e meteu fundo. A dificuldade era não fazer barulho algum, mas creio que era impossível eliminar todos os ruídos. De qualquer forma, Geraldo gozou feito um touro e encheu meu cu de porra. Ao gozar, subiu logo o meu calção, e eu senti a porra escorrer pelo meu rabo, melar minha cueca. Ele me disse baixinho, Adorei seu cuzinho, menino. Na próxima parada a gente desce pra se limpar. Foi o que fizemos, nos limpamos num banheiro imundo no interior da Bahia. Chegamos no dia seguinte a Natal. Na rodoviária, ele me apresentou a mulher e aos filhos. Minha tia me esperava também. Nunca mais o vi, mas nunca me esqueci daquele homem, daquela viagem.
Na vastidão do cerrado
Desde que compramos aquele terreno de chácara, nos arredores de Brasília, que eu sonhava em fazer uma casinha, pequena, de madeira, para passar os fins de semana. Apesar da opinião contrária de parentes, amigos e mesmo da minha esposa, de que, por segurança, seria muito melhor fazer uma construção em alvenaria, insisti na idéia de ter meu chalé de madeira, no meio do cerrado. Nas redondezas, indicaram um tal senhor Antonio, marceneiro experiente. Um vizinho de chácara me falou de seus trabalhos, de seu profissionalismo e, principalmente, do cumprimento de prazos e bom preço. Liguei para o tal marceneiro e marcamos um encontro, para conversávamos. Aqui começa a maior experiência de minha vida, pelo menos, a mais deliciosa. Como minha esposa não queria ir comigo para a chácara, fui só, cheguei cedo e fiquei esperando o marceneiro. De longe, no meio da poeira vermelha da estrada de terra que leva ao local, vi um motoqueiro se aproximando. Parou perto de mim, tirou o capacete e cumprimentou-me. O senhor é o seu Osmar? Muito prazer, sou o Antonio. Falou com um sotaque carregado de caipira, puxando nos erres. Era um homem absolutamente sedutor. Cerca de cinqüenta anos, barba grisalha, cabelos ralos, barriga interessante, mãos fortes em braços peludos, os olhos miudinhos e fundos como o do Richard Gere. Conversamos sobre a minha idéia de chalé, mas confesso que não conseguia tirar os olhos daquele pedaço de mau caminho. Para completar minha tortura, percebi imediatamente que ele estava com o zíper da calça aberto. E eu imaginava o que se escondia ali, logo ali, naquela cueca escura que ele usava. Sempre fui um sujeito muito discreto, que não dá bandeira. Aprendi a dissimular minha homossexualidade durante uma longa vida oculta. Sou casado, tenho filhos, amigos, bato bola, xingo, coço o saco e faço o tipo de machão empedernido. Ninguém supõe que dentro de mim, em momentos especiais, mora um homem que adora rola. E era a rola do senhor Antonio que eu estava ansiando agora. Não ligava mais para o projeto, nem sei o que falava naquele momento. Ele percebeu que eu estava meio desligado da história e pediu licença para tirar umas medidas do terreno. Segui-o de longe pelo terreno, cheio de árvores. Ele parou perto de um cupim e, sem ligar para minha presença, começou a mijar. Notei que, de rabo de olho, ele me observava. Eu salivava de desejo e creio que estava prestes a dar bandeira, pois meu pau já estava duro, marcando minha bermuda. Do meu ângulo de visão, não conseguia ver a rola de seu Antonio, apenas o jato de urina banhando o cupim. Quando acabou, surpreendeu-me com a seguinte frase: Se o senhor quiser balançar ele para mim, eu vou apreciar muito. Assustei-me com aquela ousadia do marceneiro, mas confesso que era tudo que eu queria ouvir. Olhei para os lados, procurando eventuais testemunhas, tentando disfarçar meu desconforto. Pode ficar tranqüilo, seu Osmar, não tem ninguém por aqui não. É só nós. Olhe... e ele virou-se nesse momento para o meu lado, mostrando um cacete maravilhoso, meia bomba, como uma fruta deliciosa esperando ser colhida. Desde que eu cheguei que o senhor não pára de olhar pra ele (apertando o pau). Se quiser, fique a vontade, viu? Não resisti, ajoelhei-lhe ali mesmo, no meio do mato, e caí de boca na piroca daquele homem. Ele, muito tranquilamente, apenas curtia o serviço que eu lhe prestava, lambendo sua virilha peluda, beijando aquele saco enorme que pendia, dois bagos maravilhosos, e saboreando aquele cacete de respeito. Seu Antonio é branco e seu membro é rosado, cheio de veias, cabeça vermelha, brilhando com minha saliva. Chupei durante longos 15 minutos e ele, super macho, ereto, duro na queda. Não percebi que o vizinho do meu lote aproximava-se. Levanta, disse seu Antonio, rápido (sussurrando), o seu Marinho ta chegando aí. Olá, gritou o vizinho, to invadindo seu latifúndio, brincou. Seja bem-vindo, seu Marinho, disse-lhe, enquanto limpava meio sem jeito os joelhos sujos de terra. Seu Antonio afastou-se dali, fingindo que media o terreno com sua trena. Fiquei com a impressão de que o tal Marinho tinha entendido o que se passara, mas como ele não comentara, dei graças a Deus por ter tudo morrido ali. Nesse dia, despedi-me de seu Antonio, marcando para o outro fim de semana um novo encontro para acertarmos tudo, preços, condições, orçamento de material. Durante a semana, perdi a conta de quantas vezes me masturbei pensando em seu Antonio. Que delícia de homem. No sábado, logo cedo, preparei-me todo para ir ao seu encontro. Como uma noivinha excitada no dia de núpcias, lavei-me demoradamente. Enfiei a mangueirinha do chuveiro no meu rabo e fiz uma lavagem completa. Sequei-me e passei um creme perfumado no meu reguinho, na minha bunda lisa, imaginando que talvez o meu marceneiro pudesse querer possuí-la. O que eu não contava era que haveria mais surpresas para mim naquela manhã. Conforme tínhamos combinado, cheguei por volta das 8 da manhã. Seu Antonio já me esperava no local, trouxera um ajudante. Era um sujeito mal encarado, devia ter uns trinta e poucos anos, moreno claro, baixinho. Esse é o Piauí, senhor Osmar. Ele trabalha comigo há muito tempo, homem bom, de confiança. Notei que o tal Piauí me examinara dos pés à cabeça e comecei a achar que ele sabia de algo. Sou bom nessas coisas, consigo quase ler pensamentos. Enquanto conversava com o seu Antonio sobre a quantidade de madeira que deveria comprar, o Piauí aproximou-se de mim e, olhando-me nos olhos, falou com o seu Antonio: Ele chupa bem mesmo, Antonio? Eu quis bancar o cara ofendido, cheguei a ensaiar uma birra qualquer, mas ouvi seu Antonio responder: Chupa melhor que você, Piauí. Nesse momento, sem que eu esperasse, o tal Piauí segurou no meu pau, que estava ainda flácido, dizendo: vamos ver. Fiquei congelado, sem saber o que fazer. O baixinho abriu meu zíper e mergulhou a cara entre as minhas pernas. Meu pau subiu instantaneamente, inchando na boca do Piauí. O cara era bom no serviço, uma habilidade e técnica que nunca atingi. Engolia o meu pau inteiro e, simultaneamente, lambia minhas bolas. Eu, de pernas trêmulas de tanto tesão, apoiei-me nos ombros de seu Antonio que, lentamente, abraçou-me por trás. Sentia sua barba em meu pescoço, sua respiração cheirando a cigarro. Vou comer seu cu, seu Osmar. Segurou minhas mãos e puxou-as para trás, senti seu cajado duro. Ouvi o barulho familiar de quem abre um envelope plástico de camisinhas e deduzi que ele viera preparado para a batalha. Encapou o cacete, desceu lentamente a minha bermuda e ficou brincando no meu reguinho. Metia na portinha, tirava, empurrava entre minhas coxas. O Piauí me chupava alucinadamente e o seu Antonio alternava a cabecinha do pau no meu anelzinho com os dedos que ele me punha para chupar antes de socar no meu rabinho. Senti que ele meteu grande parte do cacete, creio que a metade, e ficou parado, respirando em minha orelha. Era também um homem muito experiente, sabia que meu cuzinho era muito apertado e não queria correr o risco de se ferir ou me ferir. Logo, decorridos alguns minutos de dor e prazer, meteu o resto do cacete, me abrindo definitivamente. Perdi a noção de tempo e de perigo, no meio do mato, dois homens me dominaram e fizeram de mim seu objeto de prazer. Seu Antonio metia sem dó, fundo, forte. Suas mãos calejadas de marceneiros me apertavam pela cintura, beliscavam meus mamilos, e pressionavam meu corpo de tal maneira que eu tinha a impressão de que seu cacete ia me furar, atravessar-me inteiro. Piauí lambia meu saco, minhas coxas, minha barriga. Era um mestre na arte da língua. Vou gozar, eu disse quase desmaiando de prazer. Ele ajoelhou-se, abriu a boca, e ficou, como um cãozinho, esperando meu gozo que veio forte, em jatos, sujando-lhe o olho, os cabelos, a cara inteira. Seu Antonio, que metia cada vez mais forte, segurou meu cacete e ficou esfregando-o na cara do Piauí, espalhando minha porra. Eu já não agüentava mais. Ouvir seu Antonio urrar feito um urso e senti seu corpo em espasmo. Gozava no meu rabo. Ficamos alguns segundos abraçados e ele retirou lentamente cacete de mim. Piauí não se fez de rogado. Retirou a camisinha do pau do seu Antonio e, creia em mim amigo leitor, protagonizou um espetáculo absolutamente maluco: bebeu todo o conteúdo da camisinha, enquanto se masturbava e também gozava. Ouvi a voz de seu Antonio: Piauí é um bezerrinho, seu Osmar. Não perde uma gota. Vesti-me, encabulado, mas cheio de satisfação e segui para o meu carro, trouxera uma toalha e água, queria me lavar. Deixei-os no lote, ainda avaliando o terreno para a construção. Encontrei o seu Marinho parado diante do meu carro, sorrindo. Perguntou-me: foi bom? E eu não sabia o que responder.
Armando a barraca na pescaria
Tenho um primo que é oficial do exército brasileiro. Raul é apenas dois anos mais velho que eu e durante algum tempo, quando pré-adolescente, morou conosco. Meu tio, que também era militar, faleceu num acidente de carro e por conta disso o Raulzinho foi morar conosco. Ele sempre me tratou como um irmão mais novo, me protegia dos moleques da rua, era quase um cão de guarda. Raul era meu guarda-costas. Mas nossa amizade, que nunca se acabou, sofreu um duro golpe quando Raul entrou para o Colégio Militar e, anos depois, para a Academia. Hoje ele é coronel do Exército, mora em Sinop, no Mato Grosso, é casado, tem dois filhos. Também sou casado, tenho 3 filhos maravilhosos. Não nos víamos há anos e recentemente voltamos a nos encontrar. Raul é um homem bonito, moreno, baixo mas de porte poderoso. Brinco com ele dizendo que ele parece um pitbull, pois é baixinho, forte e muito invocado. A história que vou lhes contar agora aconteceu em novembro de 2009 e me pegou de surpresa. Foi realmente uma maravilhosa surpresa. Raul me convidou para visitá-lo em Sinop. Havia algum tempo que ele insistia nessa visita. Poxa, Osmar, você não aparece. Venha nos visitar, vamos passear um pouco. Largue essa Brasília e venha viver um pouco. A insistência era tanta que acabou me convencendo. Aproveitei que tinha uns dias para gastar e viajei para encontrar meu irmão mais velho. Recebeu-me no aeroporto, numa tarde quente. Ele, de bermuda, camista branca, tênis branco. Lindo. Eu sempre nutrira um carinho mais que especial por ele, mas nunca tivera a coragem de confessar-lhe esse carinho que não ousa dizer o nome. Um volume maravilhoso marcando a bermuda e eu, sem graça, controlando o meu volume. Depois dos abraços de praxe, das conversas em dia, da reunião familiar, senta-nos na varanda de sua casa e, aproveitando que seus filhos e esposa, que são evangélicos, tinham ido para um culto da Assembléia de Deus, queixou-se sobre sua vida sexual com a esposa. Disse-me que andava tudo muito frio, muito sem graça. Osmar, acredita se eu te disser que tem dois meses que não dou umazinha sequer? Eu ouvia tudo com a maior atenção. Jandira não me quer, inventa desculpas, eu não gosto de masturbação, nunca gostei, e não procuro mulheres na rua. Essa situação está insustentável. Eu não sabia o que dizer ao meu primo, apenas lhe disse que talvez fosse fase, tudo ia passar. Nessa noite custei a dormir, imaginando aquele homem maravilhoso ali, no quarto ao lado, na maior seca, cheio de porra acumulada e carinho para dar. Morri de inveja e raiva da Jandira, que raios de mulher frígida, deixar aquele tesão na pior. Isso não se faz. Antes de dormir, já que o tesao não me deixava fechar os olhos, bati uma gostosa imaginando meu coronel metendo em meu rabo. NO dia seguinte, logo cedo, Raul me comunica que estamos de saída. Bem no estilo militar, simplesmente me informa que vamos pescar num rio ali perto. Barraca no porta-malas, mantimentos, varas, trecos, vamos agora e voltamos depois de amanhã, ele me diz. Obedeço, como sempre fiz. Rodamos cerca de três horas até adentrarmos uma pequena estrada de terra. Outras duas horas e chegamos num pequeno bosque. Havia duas barracas armadas, dois carros. Parecia ser um ponto conhecido de parada para pescadores. De onde estávamos ouvi o barulho gostoso de água corrente. O Rio fica atrás daquelas árvores, descendo uns duzentos metros. É um braço do Teles Pires, dá peixe que não acaba mais. Vamos armar nossa barraca e depois te mostro a maravilha de lugar que é isso aqui. Eu, muito maliciosamente, brinquei com o seu convite: Você quer mesmo que a gente “arme a barraca, é?”. Ele riu gostosamente e comentou: Ah, Osmar, nem me fale em armar a barraca, meu primo. Vivo de barraca armada o tempo todo. Isso é uma tortura. Eu tremi nas bases, sabia que aquilo não ia acabar bem...ou ia acabar muito bem. O lugar é mesmo muito bonito, o rio faz uma curva, quase um gigantesco S, e some no horizonte. No finalzinho da tarde, tomamos uma cachacinha mineira que um capitão, amigo do meu primo, lhe tinha presenteado. A conversa fluía maravilhosa, gostosa, o sol se pondo, aquele tesão de homem se abrindo para mim. Falando de suas frustrações, de seus planos, e eu só de olho no volume no calção. Percebi que ele estava sem cuecas, um pequeno pedaço do saco aparecia. Uma maravilha. Raul é peludo, tem pernas forte e muito peludas. Seus braços também são musculosos e apesar de seus cinqüenta e dois anos aparenta uns quarenta. NO peito saltam pequenos tufos de pêlos, muito lisos. Poucos cabelos grisalhos lhe deixam ainda mais charmoso. O carinho que demonstra por mim, remete aos tempos em que éramos crianças e ele me protegia com unhas e dentes. Osmar, meu amigo, veja o estado desse seu primo. E quando ollho, ele está apontando para o calção inflado, o pau muito duro transformou o calção numa tenda de circo. Aquilo sim era armar uma barraca. Eu não sabia se sorria, se me fingia indignado, se deixava pra lá. Ele enfiou a mão no calção e ficou se acariciando. Ah, que vontade enorme que sinto de um carinho no cacete. Não podia ser verdade tudo aquilo, meu primo estava mesmo jogando seu charme pra cima de mim? Eu tentava disfarçar meu tesão, mas era impossível. É claro que ele percebeu meu pau duro. Quer ver meu cacete? Ele perguntou de um jeito tão sacana que eu não resisti. Quero sim, mostra aí. Ele pôs pra fora um pau lindo, não muito grande, porém bem grosso. A glande coberta pelo prepúcio ofereceu-se lentamente quando ele arregaçou o pau e a descobriu por inteiro. Era uma generosa cabeça de pica, muito inchada, vermelha e deliciosamente melada de tesão. Não gozo há muito tempo, meu amigo. Ele dizia isso e olhava para a minha cara de abestado. Estávamos sentados num banquinho de plástico, um de frente para o outro. Nas outras barracas os pescadores conversavam, há poucos metros de nós dois, mas na escuridão da noite não podiam perceber nada. Raul levantou, chegou perto de mim e, como fazia quando éramos pequenos, alisou minha cabeça e disse-me. Gosto de você, meu primo. O cacete pulsava a poucos centímetros de meu rosto. Eu então, cheio da coragem que a cachacinha me concedera e que o tesão me dotara, dei um beijo na cabeça do pau do meu coronel. Ele esperava por isso, pois não se moveu. O pau pulsou, uma gotinha de mel saiu brilhando, e eu lambi. Raul, em silêncio, só suspirava. Abri minha boca e engoli o seu cacete. Com uma mão segurei naquele mastro muito grosso, com a outra, em concha, acariciei seus testículos. Que testículos maravilhosos. Raul tinha bagos enormes, pentelhudos, que beijei muito naquela noite. Enquanto chupava seu cajado, ele segurou-me pela cabeça, cobrindo minhas orelhas com suas mãos, e puxando meu rosto contra sua vara. Começou um vai-e-vem em minha boca. Fiquei parado, receptivo, passivamente recebendo aquela pica em minha garganta. Ouvia ele dizer baixinho: Que delícia, que delícia. E socando gentilmente em minha boca ele acabou ejaculando. Uma porra amarga, quente, muito viscosa, como uma espécie de leite condensado gelatinoso, encheu minha boca. Engoli os jatos que ele emitia, suspirando, e sugava cada vez mais forte. Por fim, ele acariciando meus cabelos, continuei chupando seu pau, até que ficasse mole e limpo. Ele tornou a sentar-se diante de mim e disse: Obrigado, primo, vou me deitar um pouco. Eu fiquei só, sentado, o pau explodindo de tesão, o gosto de porra amarga na garganta. Ainda sem acreditar que tudo aquilo realmente acontecera. Ouviu um psiuuu vindo da escuridão. Era um dos pescadores que eu havia visto mais cedo na beira do rio. Cumprimentei-o e fiquei arrepiado: Será que ele viu o que aconteceu? O medo baixou em mim. Ele se aproximou, apresentou-se, chamava-se Oswaldo. Era um pequeno empresário em Sinop, estava com os filhos e o genro na pescaria. Os rapazes desceram para o rio, foram se banhar. Fiquei só. Eu apenas disse: Legal. Ele parecia estar constrangido, com certeza vira alguma coisa. Você é daqui mesmo? Eu disse que era de Brasília. Perguntou minha idade, disse ter 64 anos. Disse que conhecia meu primo por conta de negócios com o exército em Sinop. Eu adoraria receber um boquete, ele disse, sem titubear. Eu fiquei sem graça. Sei que tu gosta, guri, e eu quero uma chupada. Rápido, antes dos rapazes voltarem. Tu me quebra essa? Ele foi dizendo e já foi botando o cacete para fora. Um cacete fino, comprido, muito branco. Estava meia bomba e meteu-o assim mesmo em minha boca. Eu fiquei pensando que aquilo só podia ser a ilha da fantasia, pois meus sonhos estavam todos se realizando sem que eu corresse atrás. Enquanto sugava o cacete do Senhor Oswaldo, o meu primo acordou e, de dentro da barraca, chamou pra que entrássemos. Logo, enquanto eu chupava o cacete do Oswaldo, Raul encostou a cabeça do seu pau no meu cuzinho e empurrou. Eu gemi de dor, mas com o pau preenchendo minha boca tive que conter o grito. Aqueles dois homens estavam mesmo necessitados de friccionar suas glandes. Eu estava orgulhoso em ofereceu meu cu e minha boca para seu deleite. Meu primo, que gozara há pouco, fodeu-me por quase uma hora, enquanto o Sr. Oswaldo, por conta da idade, custou a gozar. Eu estava muito cansado quando finalmente consegui que ambos gozassem. Seu Oswaldo acabou batendo uma punhetinha pra mim enquanto eu sugava o pau do Raul até extrair todo o leite. No dia seguinte, quando acordei, estavam todos para o rio e, disse-me depois o meu primo, que eu dormia tão gostosamente que ele não quis me acordar. Te deixei descansar por que te quero inteiro para mais uma noite de sexo, Osmar. Quero te foder sempre, primo. Hoje eu relembro aqueles dias com uma saudade enorme. Raul me ligou ontem perguntando quando vamos voltar a pescar.
Quatro em um
O delegado não teve dó. Prende esse malandro com os outros, Otávio. O Agente me segurou por um braço e me levou, aos empurrões, para uma cela no fundo da delegacia. Eu estava atônito com tudo aquilo que estava se passando comigo, preso por causa de uma briga no bar, logo eu, o cara mais pacífico do mundo. Um amigo meu se estranhara com outros caras no bar e não deu outra: o pau quebrou. Na hora da confusão, só eu fiquei para dar explicações. Me levaram para a delegacia e o delegado, que andava muito estressado, não teve paciência para ouvir minhas explicações. Quebraram a porra do bar, vocês moleques têm que levar uma dura pra aprender. Prende esse malandro com os outros, Otávio. Na cela havia quatro indivíduos mal encarados que me receberam desconfiados. Eu estava vestido como qualquer rapaz da classe média, bermuda, camiseta de marca, tênis. O tal Otávio era um moreno alto, corpão, uma leve barriga de cerveja. Cheirava a cigarro e desodorante barato. Empurrou-me sem nenhum cuidado para dentro da cela. Carne fresca, gente, foi o que ele disse ao trancar a cela. Um dos presos, um cara de seus trinta anos, tatuagem tribal no braço, camiseta regata e calça jeans, ficou me olhando um tempão. Não era uma encarada normal, eu pressenti, pois ele me investigava da cabeça aos pés. Os outros três presos cochichavam alguma coisa que eu não conseguia entender. Sentei-me no canto da cela, meu pai devia me buscar a qualquer momento. Meu amigo, que fugira na hora da confusão, devia ter avisado meus pais. Meu nome é Jorge, guri. Tudo beleza? O cara com a tatuagem tribal tinha um vozeirão cheio de marra, sotaque forte de carioca esperto. Thiago, respondi. Tudo bem, to esperando meu pai me tirar daqui. Os três outros presos começaram a rir de mim e silenciaram na hora em que o Jorge berrou pra eles pararem de rir. Tão rindo do moleque, porquê? Ele tinha um jeito bacana, protetor, acho que gostava de mim. Alisou meus cabelos e perguntou a minha idade. Só 19 aninhos? Puxa, pensei que tinha mais, guri. Ele disse. Percebi que ele estava excitado e ele percebeu que eu olhara para o membro dele. Hummm, ele disse, a menina gosta? Ele sussurrou baixinho para mim. Permaneci calado. Ele sentou-se ao meu lado, passou a mão em volta do meu pescoço. Thiaguinho é meu, ninguém toca nele, viu? Os outros três presos riram de maneira sacana. Jorge me apertou, mordeu minha orelha. Tentei fugir, mas estava imobilizado por aqueles braços fortíssimos. Adoro um cu, menino. Já deu esse rabinho pra alguém? Eu permanecia calado, tremendo. Estranhamente eu sentia um tesao enorme naquilo tudo, mas ao mesmo tempo me borrava de medo do que estava por vir. Sabia que a noite seria longa. Ele empurrou minha cabeça em direção ao seu colo, Deita no colinho do Jorjão, minha menina. Descansa essa cabecinha perto do meu cacete, vai. Forçou meu rosto em direção aquele membro volumoso sob a calça. Eu sentia o cheiro de macho, o volume pulsando, não podia mais resistir. Beijei o cacete dele. Ele sorriu e os outros três presos comentaram: Esse aí ta no papo, Jorjão. Mordi o cacete dele, sob a calça, e ele ficou puto comigo. Ta pensando que meu é chiclete guri? Me deu um tapa no rosto. Fica calminha, minha menina. E foi abrindo o zíper e expondo o cacete todo melado pra eu chupar. Não era um pau muito grande, era até pequeno, menor que o meu. Tinha um prepúcio que escondia toda a glando, mas que eu arregaçara com cuidado, expondo uma cabeça de pica rosada, melada, brilhando, com cheiro de porra. Ele me segurou pelos cabelos, Abre bem a boca, Thiaguinho, isso, engole, engole, minha menina. O pau atolado em minha boca e ele alisando minha bunda, sob a bermuda. Enfiou a mão por trás e com os dedos hábeis procurou meu cuzinho que piscava. Meteu um dedo e senti um pouco de dor, pois não tinha lubrificação nenhuma. Na verdade eu nunca fora penetrado, mas já chupara um amigo do meu pai, uma vez, na chácara. Era essa minha experiência com homens. Agora, Jorjão enfiava seus dedos em minha boca, Chupa, deixa bem molhados os meus dedos, cospe, vai, cospe, e em seguida enfiava com decisão em meu cuzinho. Foi me abrindo, me abrindo, logo havia três dedos no meu rabo, e o cacete dele todo em minha boca. Sem que eu esperasse, me botou de quatro, no meio da cela, arriou minha bermuda, e, apenas com cuspe, meteu o cacete no meu rabo. Eu gemi de dor. Um dos presos se masturbava vendo tudo aquilo. Os outros dois estava visivelmente excitados, alisando os cacetes e olhando pra mim, sem pena. Creio que chorei um pouco de dor e de vergonha, mas logo comecei a curtir tudo aquilo. O cacete do Jorjão não era mesmo grande, nem grosso, e passada a dor daquela penetração repentina, sobrara apenas o prazer. E como ele fodia bem, alternando movimentos fortes e pausados, com outros curtos e mais leves. Eu estava gemendo agora de puro prazer. Ei, você. Ele chamou o preso que se masturbava, vem aqui, bota a rola pra esse viadinho chupar. O cara não se fez de rogado, chegou perto de mim, ajoelhou-se e me forçou a engolir o cacete. Enquanto Jorjão socava atrás de mim, o outro preso socava na frente. Não resistiu muito tempo, senti um liquido quente na garganta, me engasguei com a porra do cara, comecei a tossir. Jorjão sorria, Thiaguinho se engasgou com porra,foi? O outro preso, gemendo bem alto, quase urrando, encheu minha boca de porra e eu engoli tudo aquilo. Os outros dois se aproximaram e olharam para o Jorjão pedindo autorização. Mostra o cacete aí, rapaziada. Os dois caras eram coroas, dois pedreiros que haviam roubado material da construção e foram denunciados pelo patrão. Eram homens na faixa dos cinqüenta anos, barrigudos, cara de nordestinos. Querem comer um cu novinho, né? Perguntou Jorjão. Quero sim, moço, e mostrou um cacete grosso, curto, também muito melado. Jorjão tirou o pau do meu e trocou de lugar com o Raimundo, era esse o nome de um deles, que também socou sem dó no meu rabo. Jorjão mandou que o outro me amamentasse. Vai, rapaz, mete na boca dessa menina. Lá estava eu, cansado, com um cacete no cu e outro na boca. JOrjão se masturbava e olhava para mim. Enquanto metiam sem dó, ouvi Jorjão chamar pelo agente Otávio. Do lado de fora da cela, o delegado e o Otávio sorriam da cena. Esse menino é cabra macho mesmo, hein? Agüentou essa tropa toda? Ei, menino, teu pai esta a caminho, vem te buscar, melhor tu fazer esses caras gozarem logo, hein? E riram de mim. Eu gozava feito louco, muito tesao mesmo, estava estenuado. Raimundo gozou no meu rabo, o outro na minha boca. Deitei-me cansado no canto da cela. Meu cu ardia demais, na boca o gosto de porra, mas estranhamente me sentia feliz. Ouvia uma voz vindo de longe...levanta daí, Thiago, vamos, levanta... abri os olhos e vi meu pai que me acordava pra ir para a escola. Era tudo um sonho. Estava todo meladinho, gozara durante o sono. Já vou, pai. Gritei e entrei no banheiro.
A primeira vez de um homem casado
Hoje estive lembrando da primeira vez que senti um homem dentro de mim. A gente nunca esquece esse momento. Quem já deu sabe do que estou falando. Vou lhes contar exatamente tudo que aconteceu naquela tarde de junho de 2001. Tinha 41 anos e sempre ocultara de todos o meu desejo de ir pra cama com outro macho. Como todo homem casado vivia uma vida dupla, vendo fotos, filmes, anúncios de acompanhantes masculinos nos jornais, mas nunca tivera a coragem de partir para algo real. Tive uma criação muito rígida e nunca consegui assumir esse meu lado homo. A verdade é que o tesao reprimido estava cobrando alguma atitude, pois não agüentava mais me masturbar pensando em homens. Os casados que estão me lendo, com certeza sabem do que estou falando: essa vontade maluca de foder com outro homem e ao mesmo tempo a necessidade de ocultar tudo isso. Num chat acabei conversando com um sujeito que se dizia casado, maduro, ativo, experiente com outros homens casados. Usava o Nick COROA-DF-ATV, eu entrava sempre no bate-papo com o Nick Casado-DF. Me disse ter 55 anos, morar no Lago sul, ser pai de filhos adultos, avô de dois netinhos. Confessou-me que seu maior tesão era comer outro homem casado, fazendo dele a sua menininha. Disse-me que, para isso, mantinha alugada uma kitenete no Setor Sudoeste, aqui em Brasília. Confidenciou-me que ja "inaugurara" muitos casadinhos passivos da cidade e que eu poderia ser mais um deles. Basta você querer, Osmar. Trocamos e-mails e fones. Certo dia, ligou-me pedindo um encontro real, para nos conhecermos, e sugeriu que fosse num lugar público, pois seria mais seguro para todos nós. Gostei de sua postura, preocupado com segurança, e isso me despertou uma confiança profunda no Roberto. Esse era o nome dele. Outra vez quero dizer que a preocupação com sexo seguro é vital para os casados que sofrem essa vida dupla. Encontramo-nos no MacDonalds da 405 sul, ele usava terno, gravata, estava lindo. Eu acabara de sair da academia, estava de calção, tênis, camiseta. Quando me viu , fez sinal para que entrasse no seu carro, que tinha película escura. Entrei, muito nervoso, afinal de contas era a primeira vez que me encontrava com outro macho. Ele sorriu pra mim e naquele momento fiquei muito excitado e já sabendo que aquele era o homem da minha vida, pelo menos seria o homem que me tiraria o selinho. O Roberto é branco, cabelos castanhos bem claros, quase loiro, é um sujeito de estatura mediana, barriguinha sensual saliente. Ele percebeu meu nervosismo e me tranqüilizou pedindo calma. Sua mão deslizou pela minha perna: Que pernas lindas, Osmarzinho, lisinhas, parece de mulher. E eu , sem graça, adorando aquelas mãos de macho em minhas coxas. Ele então me disse que tudo aquilo era normal, que ele havia encontrado com outros homens como eu, que todos ficavam assim nervosos mas que, no final das contas, todos estavam muito a fim de vara. Sim, ele disse exatamente assim: Calma, Osmarzinho, esse nervosismo é normal, mas no fim das contas você quer é vara, né mesmo? Fique tranqüilo, sei como fazer. Olha só como estou.Bota a mão aqui e veja o que te espera. E nesse momento vi que ele estava com o pau muito duro embaixo da calça social. Tremi de tesao. Ele passou a mão entre minhas pernas, viu que eu estava duro, e falou: Olha como minha menina tá excitada! Carência de rola, né? Quer agora? Vamos na minha kitnete? Eu inventei uma desculpa, disse que não dava, podia ser noutro dia, saí do carro, despedi-me e fui pra casa, de pau duro, doido pra dar. Antes de ir, tive tempo de ouvi-lo dizer, Quando estiver se sentindo preparado, me liga. Vai ser um prazer tirar esse cabacinho, viu? Duas semanas depois, não resistindo ao tesão, liguei pro Roberto, marcamos de nos encontrar na kitnete no Sudoeste. Apareci no horário marcado, horário de almoço. Era o tempo que ele tinha disponível. Ao bater na porta, ele me recebeu de camisa social, cueca e meia. Estava lindo. Um tesão de macho. Percebendo que eu estava para desistir, ele me puxou pelo braço e me abraçou gostosamente. Aquele abração de urso, me dominando inteiramente. Lambeu minha orelha e foi dizendo: Relaxa, Osmarzinho, você agora é meu e você sabe muito bem disso. Nesse momento, beijou-me alucinadamente. Aquela boca gostosa, a língua experiente extraindo de mim qualquer intenção de recuar. Agora você é meu, Osmarzinho. Ele dizia e me arrastava para a cama. Eu não era mais dono de mim, era uma mocinha prestes a perder a virgindade, e o Roberto sabia disso. Nem me lembro como fiquei nu, o fato é que o Roberto parecia ter dez braços, pois os sentia em todo meu corpo, seus dedos hábeis deslizando pelo meu reguinho, penetrando meu cuzinho, apertando meus mamilos, arrancando minha cueca... um delírio. Na cama, enroscou-se em mim, e forçou minha cabeça em direção ao seu cacete muito rígido. O Roberto tem um caralho curto e grosso, rosado, saco enorme, poucos pentelhos. Mamei meio estabanadamente, e ele dizia: Está indo bem, você ainda vai melhorar, continua, minha linda. Enquanto chupava seu pau, ele metia o dedo no meu cuzinho, lambia meu rabo, sugava meu anelzinho. Pronto, acho que tá no ponto. Ele disse, encapou o cacete com uma camisinha, lubrificou-se e lubrificou meu cuzinho. Eu estava totalmente passivo, esperando tudo. Ele tomava todas as iniciativas, dominava-me completamente. Deitou-se de barriga pra cima, o pau apontando pro teto, e pediu que eu me sentasse. Vem, Osmar, abre bem o rabinho. Isso. Ta sentindo a cabecinha? Eu refuguei, estava doendo. Ele me puxou pelos cabelos, beijou-me a boca e disse: Osmarzinho, daqui você não sai sem dar o rabo, portanto, faça um esforço e agüente a pica do seu macho, tá? Eu respirei fundo, senti a cabeça rasgar minha rosquinha e adentrar meu rabo. Ele dizendo: Faz força para fora, relaxando bem o anelzinho, minha linda. Faz como se fosse evacuar, isso vai te relaxar. E eu comecei a sentir, centímetro por centímetro, aquela rola grossa me penetrar. Estava perdendo meu cabacinho e estava muito feliz. Roberto ria para mim, vendo meu rosto crispado de tesao e prazer. Isso, minha linda, deixa entrar tudo, deixa. E eu então senti todo o seu cacete dentro de mim. Um tesão indescritível me percorreu, era finalmente um homem realizado. Meu macho me penetrara, como dissera que faria no nosso primeiro encontro. Ele então começou um vai-e-vem macio, calmo. Ele sabia que era minha primeira vez, que meu cu precisava mesmo ser amaciado, e por isso metia com calma e suavidade. Meu cacete babava aos montes, e ele se emocionava com isso dizendo que era a prova de que ele estava me dando muito prazer. Osmarzinho, fico orgulhoso de saber que você está tão excitada. Ele me chamava no feminino, tinha prazer nisso. Sem poder agüentar mais, gozei sem tocar no meu pau. Sim, o simples movimento de seu cacete em meu rabo me fez gozar alucinadamente. Jatos fortes de minha porra inundaram seu peito. Ele, absolutamente satisfeito com isso, dizia que aquilo era uma coisa sublime, era a prova de que um passivo estava plenamente satisfeito com seu macho. Após o gozo, senti que ele também gozava, enchendo a camisinha no meu rabo. Nos abraçamos, nos beijamos. Eu, envergonhado por ter gozado e sujado meu amigo Roberto, vesti-me apressadamente e disse que depois nos falaríamos melhor sobre o que ocorrera. Ele dizia: Adorei, Osmarzinho. Quero mais, meu amor. Você vai querer mais e eu estarei aqui. Essa foi a minha primeira vez. Somos amigos até hoje. Nos falamos por e-mail e ele ainda gosta de me comer. Nossas agendas são complicadas, mas eventualmente repetimos a dose. É isso, meus amigos.
Easy rider
Trabalhei durante algum tempo como Office-boy numa empresa aqui em Brasília. Naquele tempo, tinha 17 anos. Na semana em que ia completar dezoito anos, o pessoal do escritório resolver fazer uma comemoração num bar dizendo que agora eu poderia tomar umas e outras com eles. O Roberto era um funcionário antigo da Consultoria e era um homem muito bonito, reservado. Apesar de parecer tímido, soltava umas piadas de vez em quando, o que revelava seu lado brincalhão. Era um sujeito branco, cabelos lisos, negros, da cor dos olhos. Um cara muito peludo, braços peludos, pernas peludas e eu as tinha visto numa pelada de fim de ano do pessoal da empresa. Nessa partida de futebol também notei que tinha uma “mala” linda, deduzi que era um homem bem dotado. Apesar do pêlos por todo o corpo, o Beto tinha a cara sempre limpa. Acho que fazia a barba toda manhã, antes de ir ao trabalho, por que sempre aparecia com um cheiro bom de homem. Eu era completamente fissurado naquele homem, mas sempre fui muito enrustido e sério, e nunca deixei (nem deixo até hoje) transparecer esse meu lado homo-passivo. No dia marcado para o a festinha no bar todos saíram e o Beto, que estava envolvido na finalização de um relatório de cliente, disse que ia mais tarde. Para minha surpresa perguntou se eu não queria ir com ele. Te dou uma carona, Osmar. Como não ia demorar muito, disse que iria com ele sim. O Beto é casado, tem um casalzinho de filhos, mora na Asa Norte. Usa sempre um casaco de couro sobre a camisa social e gravata, pois pilota sua motocicleta para todo lado. Ao final do expediente, saímos para a garagem do prédio. Toma, disse ele, bota o capacete. Eu vou sem. Eu vesti o capacete daquele homem e parece que mergulhava num mar de tesão puro, pois o cheiro de macho impregnava aquele capacete. O tesão, que já estava forte, só fez aumentar quando senti o cheiro dele. Sentou-se na moto, sentei-me na garupa, meio sem jeito. Ele me pediu que o abraçasse, por segurança, e eu, timidamente, primeiro segurei em sua cintura, e nos movimentarmos pela rua, fui abraçando-o. Não sei até hoje se ele premeditara tudo ou se a coisa fluiu naturalmente, pois., numa freiada brusca, minha mão deslizou em direção ao meio de suas pernas. Fiquei muito encabulado e retirei a mão daquele lugar maravilhoso, onde eu queria estar para sempre. Ele sorriu e disse: Cuidado com essa mão, eu não me responsabilizo, hein? Eu fiquei em silêncio. Havia combinado comigo que ia dar uma passadinha em seu apartamento, para deixar um dinheiro com a esposa. Fiquei esperando no estacionamento e quando o vi voltando, percebi que o volume entre as pernas estava bem visível. Minha respiração ficou apressada e acho que ele percebeu. Está tudo bem, contigo? Eu disse que sim. Gostou da ferramente, né? E riu pra mim, alisando tudo aquilo. Permaneci calado. No trajeto para o bar ele segurou minha mão, que envolvia sua cintura, e desceu em direção ao seu cacete. Eu segurei, apertei, fiquei alisando. A moto não passava dos 40 por hora, e ele ia curtindo o momento que eu não queria que terminasse nunca. Na comercial da 205 norte, encostou a moto, abriu o zíper e botou o pau pra fora. Cobriu com a jaqueta e me pediu que fosse punhetando no caminho. Sentia seu tesão no mel que corria do cacete. Quero gozar, guri (O Beto era gaúcho, ascendência italiana). Rumou para o campus da UnB, na época (como até hoje) muito escuro. Parou num estacionamento e pediu que o chupasse. Mamei feito um bezerrinho. Ele suspirando baixinho me dizia que há algum tempo vinha me observando, pois suspeitava que eu gostava da fruta. Me disse que outra pessoa no escritório também curtia e que ele já tinha enrabado, mas não me confidenciou quem era. Perguntou se eu já tinha dado o cuzinho alguma vez. Eu disse que uma vez, para um amigo de meu tio (veja o outro conto no site onde narro essa história “O amigo do meu tio”), mas que gostaria muito de dar outra vez. Ele então me botou de costas, apoiado na moto. Arriou minhas calças e, depois de cuspir no cacete, encostou-o no meu cu. Na primeira estocada, gemi de dor e pensei em desistir, mas ele me segurou firme pelos quadris e disse pra eu relaxar. Calma, guri, só vai doer no começo, depois tu vai gostar muito. E socou. A dor foi logo superada pelo prazer de senti-lo meter com gosto. Que cuzinho apertado tu tens. Melhor que o do teu chefe (entregou o nome do outro passivo do escritório, meu chefe. Fiquei estupefato, pois é um sujeito sério, maduro, grisalho, muito charmoso e cheio de piadinhas com mulheres). Não agüentei muito tempo, o tesão era tanto que gozei sem tocar no meu cacete e esporrei o banco da moto. Ele ainda ficou alguns minutos até que, repentinamente, retirou o cacete do meu cu e me fez ajoelhar. Vou gozar, vou gozar. Abre a boca... e o jato veio forte. Primeiro no meu rosto, depois na minha boca. Engoli aquele leite grosso, quente. Ele urrando. Depois, pediu que eu o lambesse todo, pra deixa o pau limpinho. Eu fiz tudo que ele mandou. Depois limpamos o banco da moto e fomos para o bar, onde encontramos todo o pessoal do escritório. Meu chefe nos viu chegando e percebi que ele não gostou muito de nos ver juntos. O Beto ainda piscou discretamente para ele e depois para mim.
Leite pro-fundo
Tá só em casa? Eu disse que sim, por que pergunta? Ele, com o olhar sacana, apertou o cacete e disse baixinho: Tenho aqui o que você precisa. Fiquei sem jeito, tentando me esconder de tamanha surpresa, afinal de contas ninguém desconfia que eu, macho empedernido, pai de um casal de filhos adolescentes, goste de pica. Mas ele sabia e me provocava. Eu tinha certeza de que você estava só, por isso vim. Ainda tentei negar a minha viadagem, exaltando-me. Que porra é essa, meu amigo? Ta me estranhando? Andou bebendo? E ele, sem perder o riso sacana, só alisava o cacete sob a calça social, enquanto eu tentava desviar meu olhar, mas aquela rola marcando na calça parecia atrair meu olhar e, pior, como eu estava de moleton, meu pau começava a ficar duro e marcar o meu tesão também, entregando meu desejo por ele. Pára com isso, rapaz, eu sei que você gosta. Sempre soube. Seu jeito não me engana. Vai, da logo uma pegadinha aqui, vem, segura o pau do seu macho. Sente a máquina. Ele me puxou bruscamente pelo braço e botou, a força, a minha mão sobre o seu cacete que pulsava. Eu não conseguia mais fugir de tamanho tesão. Comecei a gemer, arfar, de tanta vontade de me entregar a ele. Apertei aquele pau maravilhoso enquanto ele, mordendo a minha orelha, dizia: Vou te enrabar hoje mesmo, agora mesmo, aqui na tua cozinha. Vou te dar uma surra de pica que tu nunca mais vai querer outro macho. Nessa altura do campeonato eu já nem era dono de mim, era um mero escravo daquele macho maravilhoso. Ele botou o cacete pra fora, me fez ajoelhar e enfiou a rola em minha cara. O pau dele é uma ferramenta bonita, não é grande nem grosso, é do tamanho ideal pra engolir inteiro. O cacete estava meladinho, todo babado, e eu senti o sabor daquele caralho duro. Ele então arriou as calças e mostrou que a cueca estava toda melada, Você me dá muito tesão, seu puto, ele disse, olha como fica a minha cueca. Lambe. E eu lambi a cueca, toda aquela babinha deliciosa. Um pentelho caiu-me na língua, e eu tirei com os dedos. Levanta, ele ordenou, vira. E eu obedecendo cegamente o meu homem. Ele então puxou minha calça para baixo expondo a minha bunda e, habilmente, encostou o cacete na portinha. Você quer, não é mesmo? Eu gemi baixinho, suspirei, e respondi apenas empurrando minha bunda na direção do seu cacete. Ele então segurou-me pela cintura e me penetrou. Devagar, lentamente, até que tudo estava dentro de mim. Delícia de cu você tem, ele disse enquanto beliscava meus mamilos e lambia minha orelha. Senti seu pêlos no meu rabo e então ele socou, sem dó. O homem era uma máquina de fazer sexo. O vai-e-vem ritmado, forte, era acompanhado por palavras de dominação que me enlouqueciam. Voce agora é minha puta, viu? Nao adianta reclamar, vou querer esse cu toda semana, pode se preparar porque quando eu descolo um passivo, nao dou sossego. Puxou-me pelos cabelos forçando-me a inclinar meu corpo. Abre mais as pernas, putinha. E tome rola, sem dó. Eu gemi baixinho, Está doendo, pára. È claro que eu estava fazendo charminho e ele percebeu meu jogo, pois socou com muito mais força. Vou encher seu cu de porra, meu amigo. E apenas nessa hora eu percebi que estávamos fazendo sem camisinha. Ele notou minha preocupação e tranqüilizou-me. Fica frio, Osmar, estou limpo, você me conhece. Somos amigos há pouco mais de cinco anos, somos professores na mesma escola, nossas famílias se conhecem, nosso filhos são amigos. Tenho 43 anos, ele tem 39. Senti um calor percorrer minhas entranhas, e ele suspirando, respiração alterada. Gozou dentro do meu rabo. Pedi que me abraçasse e que deixasse o pau amolecer dentro de mim. Ficamos alguns minutos assim e quando ele retirou o cacete do meu cu, senti o líquido escorrer pelo meu reguinho e pelas pernas. Era muita porra acumulada. Confessou-me que há algum tempo desejava me comer, mas não sabia como me abordar. Descobriu dos meus desejos secretos quando fuçou o histórico do meu computador e viu alguns sites que eu tinha visitado. Você que me lê: cuidado com seus rastros no computador, pois pode correr o risco de sere enrabado como eu fui.
Um amigo do meu tio

Certo dia, meu tio veio nos visitar com a família e um amigo. Nossa casa era pequena, apenas dois quartos e, na distribuição das camas para os pernoites, sobro-me dormir na sala na companhia desse amigo de meu tio. Ivâ era, na verdade, funcionário do açougue que meu tio possuía em Monlevade. Um sujeito bonito, tipo rústico, cabelos muito loiros, descendente de gaúchos-alemães. Sua figura era deveras impressionante e eu me vi excitado diante da possibilidade de dormir ao lado daquela maravilha. Sou filho de família de criação muito rígida, tenho dois irmãos mais novos. Desde pequeno sinto atração por homens, mas nunca tive coragem de confessar esse desejo a ninguém. Estive perto de fazer isso quando, anos antes, participava do grupo jovem da igreja e me vi completamente envolvido pelo padre Favaro, um maravilhoso exemplar de homem italiano, maduro, cabelos grisalhos, muito carinhoso e gentil. Percebi que quando me abraçava algo se movia sob a batina preta e eu ficava desconcertado. A vontade que eu tinha era de me abaixar e mergulhar debaixo daquela batina negra e, de olhos fechados, descobrir todo o mistério. Voltando a história, o Ivâ era muito sério, tímido e de pouca conversa. A noite, pouco antes de dormir, ele pediu para banhar-se. Fiquei na sala imaginando aquele galego nu, sob o chuveiro. Meu pau já estava duro e eu me masturbava discretamente, deitado no chão, no canto da parede. Quando ele saiu do banheiro, fingi que dormia, mas observei-o com o “rabo de olho”. Era realmente um homem bonito, estava de cueca, o volume enorme enchendo o tecido branco de algodão.
As pernas, musculosas, ostentavam pelinhos louros. No peito, tufos de pêlos claros envolviam seus mamilos que eram grandes, bicos apetitosos. Ele deitou-se ao meu lado, no colchão estendido no chão. Minha respiração estava alterada, mas eu a controlava com um sacrifício enorme, não podia dar bandeira. Nessa noite não consegui dormir. Ao perceber que ele caíra no sono, pelo ronco que emitia, aproximei meu corpo ao dele. Fiquei em conchinha, com a bunda para o lado dele, os seus joelhos encolhidos encostavam em meu rabo. Era uma delícia. Ele moveu-se e virou-se de bruços, barriga pra baixo, o rosto para o outro lado. Aproveitando que ele dormia muito pesado, após testar esse sono com pequenos empurrões, bateu-me a idéia de enfiar minha mão na direção do seu cacete, embaixo do seu corpo. Meti os dedos e respirei fundo, com medo dele acordar. Logo, minha mão, em concha, abrigava todo aquele volume que ele possuía. Apertei gentilmente e de repente senti que ele segurava a minha mão. Continua, ta muito bom, ele disse. Quase morro do coração, queria me enterrar ali, mas o tesão era tão grande que esqueci tudo, enchi minha mão com aquele cacete e acariciei bem.
Ele virou-se para o meu lado e guiou minha mão para dentro de sua cueca. Meu Deus, que maravilha, aquele cacete grosso, pesado, muito quente e pulsando em minha mão. Eu suspirava baixinho e ele também curtia, de olhos fechados, os carinhos que eu lhe fazia no cacete. Se vira, ele disse. Eu não entendi o que ele queria, mas ele me segurou pelos ombros e me fez ficar de costas para ele. Percebi que ele tinha outras intenções e eu temi pelo pior. Nunca tinha feito nada com outro homem, era virgem, e agora corria o risco de perder o cabaço. Ivâ primeiro brincou no meu reguinho, roçando o cacete numa ralação deliciosa. Suas mãos muito calejadas alisavam minha bunda e de repente abriram bem as minhas nádegas, expondo meu cuzinho. Encostou a glande na entrada e empurrou, sem dó. Eu quis gritar, mas ele segurou minha boca com força, e meteu sem dó. Muita dor, lágrimas, e ele mordendo minha orelha: Viadinho, era isso que você queria né? A dor ia passando e só o prazer me preenchendo. Desde a primeira vez que te vi que eu desconfiei quetu era fruta, piá. Toma rola, guri. E foi socando.
Eu já me entregara totalmente a ele, que me fodeu bastante, durante muito tempo. Isso aconteceu em 1975, eu era realmente um virgem, e o Ivã me tirou o cabaço e a ingenuidade. Meteu sem dó e ainda gozou dentro de mim. Uma sensação estranha, o calor preenchendo minhas entranhas e o leite grosso escorrendo pelo anelzinho enquanto ele retirava o pau de dentro de mim. Levantou-se em silêncio, foi ao banheiro lavar-se. Eu fiquei deitado, o cuzinho ardendo mas a alma feliz e saciada. Ele voltou e mandou que eu fosse lavar o rabo. Fiz o que ele mandou. Ao voltar, ele dormia como um deus grego de mãos calejadas. Deitei-me ao lado dele, virado pra parede. Ele me abraçou em conchinha e dormiu, roncando em minha orelha. Nas outras noites ele me enrabou também e quando foi embora eu fiquei meses sentindo falta de algo que me preenchesse o rabo. Hoje, casado, com filhos, eu relembro com carinho minha primeira vez e procuro outros homens discretos que possam preencher meu vazio.
Loucuras na esplanada

Foi loucura, mas foi simplesmente maravilhoso aquele finalzinho de tarde. Sou um cara casado há duas décadas, filhos, cachorro e papagaio, enfim, o típico pai de família, como tantos outros nesse mundo, mas que tem uma faceta oculta: gostar de machos. Minhas experiências sexuais com homens começaram muito tarde, tinha eu trinta e oito anos quando experimentei a fruta pela primeira vez. O fato de ser filho de nordestinos, criação rígida repleta de preconceitos homofóbicos, fez com que eu, desde adolescente, reprimisse essa vontade maluca de chupar um cacete. Quando moleque, lembro de uma vez em que um amigo de meu pai, em viagem por Brasilia, ficou hospedado lá em casa. Tínhamos apenas um banheiro e o Carlos, amigo do meu pai, estava tomando banho. Juro que forcei a porta sem saber que o ele estava lá dentro. A porta abriu-se e eu o vi nu, ensaboado, delicioso em seus quarenta e poucos anos. Ele sorriu e continuou no banho, sem se incomodar com a minha presença. Naquele dia eu percebi que meu destino era realmente deitar-me com homens como aquele. Há cerca de dois meses comecei a trocar mensagens e contatos via MSN com o Paulo, funcionário de um Ministério aqui em Brasilia, casado, 47 anos. Nos contatamos no bate papo do UOL, na sala dos quarentões e cinqüentões. Nosso papo começou pelo desejo, dele, de ser ativo com outro homem e o meu, de ser passivo. Todo sabemos que nessas salas encontramos inúmeros homens casados na mesma situação. A minha experiência, mesmo sendo pouca, me mostrou um exército de homens em vidas duplas, oculto, cheios de desejos homoafetivos e plenos de receios. Sabemos que todos nós, casados com desejos homo, somos muito visados por jovens interessados em grana, mau elementos, e isso nos concede uma fragilidade a mais nesse mundo de desejos reprimidos. Diante disso, sempre fui muito medroso, desconfiado, e não apenas com relação ao risco de violência, extorsão, psicopatias de toda ordem, mas também, é claro, com relação às doenças. Há muitos loucos nesse mundo. Mas o Paulo se mostrou um sujeito confiável. Trocamos mensagens e ele se abriu comigo. É casado, teve uma experiência com um amigo que durou algum tempo, ate que se mudou da cidade. Adora comer um cu masculino, diz que é melhor fruta da criação e sorri com malícia. Ele é um homem de estatura média, um pouco acima do peso. Creio que mede 1,70, pesando uns 80kg. É moreno claro, da cor do Romário jogador, poucos pêlos no peito e nos braços, uma barriga linda. E eu vi tudo isso numa foto que ele, com coragem, resolveu me enviar anexa a uma mensagem. Diante dessa prova de confiança, acabei fazendo o mesmo. A primeira vez que no falamos ao fone, devo confessar que me masturbei.
A voz deliciosa trazia um sotaque mineiro muito charmoso. Ele também gostou da minha voz e enviou-me uma mensagem dizendo: Seu vozeirão me deu um tesao danado, ainda mais sabendo que esse vozeirão de macho gosta mesmo é de mamar uma piroca. Ele é assim, sacana e muito amistoso. O desejo foi aumentando a cada dia e ele decidiu partir pro ataque. Ligou-me uma tarde convidando-me para ir a um motel. Eu reafirmei minha posição: Não vou a motel, não tenho coragem, Paulo. Já te disse isso. E ele, mas como vamos fazer? Quero muito te possuir, cara, te foder muito. E eu expliquei, pela décima vez, que morria de medo de ir a motel, não me arriscaria, ficaria muito nervoso e acabaria nem rolando uma trepada. Foi aí que a idéia maluca apareceu como um raio: Você toparia vir aqui no ministério, depois do expediente? Claro, respondi. Pensei que era apenas um encontro normal, tranqüilo, na sala de trabalho dele. Fui encontrá-lo naquele dia mesmo. Algo me dizia que era melhor eu ir preparado para alguma “eventualidade” deliciosa, se é que me entendem. Lavei-me com uma noivinha na noite de núpcias, passei uns cremezinhos, enfim, fui todo cheiroso me encontrar com ele. Me identifiquei na portaria do ministério e subi ao quinto andar, no final do corredor, ele estava sozinho. Entra, Osmar. Eu percebi que ele estava nervoso, encostou a porta da seção, fez-me sentar numa cadeira. Da janela da sala, podia-se ver o Congresso Nacional e o palácio do Planalto. Paulo estava de calça social preta, camisa social salmão. Vou te comer aqui, e vai ser hoje. Ele disse isso e abriu o zíper da calça. O Cacete estava meia bomba, o prepúcio a meio caminho na glande que brilhava muito. Eu me ajoelhei diante dele e engoli com fome aquele cacete. Ele segurou meus cabelos, com gentileza, e começou um vai-e-vem na minha boca. Engasgava-me as vezes, e ele muito carinhoso retirava o cacete e o esfregava em meu rosto. O pau dele fica muito duro e é daquele tipo de cacete que, ao menor sinal de tesao, produz aquela babinha transparente. Sugava tudo, sem me preocupar com nada. O saco do Paulo é enorme, maravilhoso, macio.
Enquanto sugava o seu cacete, eu massageava aquelas bolas lindas. Ele só suspirando e me chamando de viadinho. Levanta, Osmar, vira...eu virei. Ele me abraçou por trás e desatou meu cinto, abaixando minhas calças até o meio das pernas, meteu o pau entre as minhas coxas, e ficou no vai-e-vem muito gostoso. Você quer rola, não quer? Ele dizia na minha orelha. Vou te dar pica hoje, Osmar. Que rabinho gostoso que você tem. E mordia minha orelha. Eu sentia o melzinho do cacete dele deslizando pelas minhas coxas, meu cu piscando, eu alucinado de tesão. Paulo abriu um pacote de preservativos, encapou o cacete, e começou a brincar com o meu cuzinho, metendo os dedos. Primeiro um, depois dois até que eu percebi que estava bem aberto e preparado para receber aquele cacete, que não era grande, mas era um pouco grosso. Apoiei-me numa mesa, em pé, o corpo um pouco inclinado para a frente. Paulo introduziu a cabecinha e eu me abri para recebê-lo. Forçou a entrada e eu suspirei tentando conter a dor. Ele disse no meu ouvido: Controla você a enrabada, Osmar. Vou ficar parado e você vai no seu limite, ok? E comecei a empurrar meu rabo na direção dele, entrando centímetro por centímetro. Logo estava tudo dentro, ele me abraçando, o rosto encostado em minhas costa, que ele lambia as vezes. Osmar, eu to pra explodir de tesão, cara. E começou a socar, cada vez mais forte, e eu gemendo, gemendo, e ele me apertando e gozando alucinadamente. Eu gozei sem tocar no meu pau e fiz uma pequena sujeira sobre a mesa dele. Nos limpamos no banheiro que havia no andar, nos vestimos, e ele me convidou para tomar um cafezinho. O meu medo era que houvesse alguma câmera que nos flagrasse, mas o Paulo me tranqüilizou dizendo que ele já tinha resolvido isso tudo, não havia câmeras. Continuamos trocando mensagens e ele esta cada vez mais a fim de repetir a dose, mas eu estou começando a considerar a idéia do motel, pois creio que o risco é muito maior no Ministério. Concordam? Sou um cara que busca contatos, amizades, troca de mensagens com outros casados. Se você estiver a fim, me escreva, na boa, vou adorar ser teu amigo.
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