quinta-feira, 1 de julho de 2010
De Brasília a Natal
Tinha dezessete anos quando viajei sozinho pela primeira vez. Com autorização de meus pais, comprei uma passagem, de ônibus, para Natal. Uns tios moravam numa casa em Ponta Negra e eu tinha muita vontade de conhecer o nordeste. Isso aconteceu em 1977, hoje, aos cinqüenta anos, relembro com um tesão profundo aqueles acontecimentos da viagem. Fiquei muito chateado quando percebi que não ficaria sentado à janela do ônibus, mas a lembrança de que estava viajando sozinho para merecidas férias na praia me alegrava bastante. Quem será o passageiro que me fará companhia nessa viagem? Eu me questionava. Meu pai, brincando, dizia que do jeito que eu tenho sorte só poderia ser uma mulher bonita e fogosa. Eu, encabulado com essa brincadeira, ria amarelo. Despedi-me de meus pais e, já dentro do ônibus, sentia a ansiedade com essa aventura. Estava na janela, no banco que não era meu, sorrindo e dizendo adeus para o meu pessoal, quando escuto uma voz máscula atrás de mim, no corredor do ônibus, Posso passar praí? Olhei para o sujeito, era um moreno forte, braço de estivador, jeito de operário, homem do povo. Vestia uma bermuda jeans, camiseta, sandália tipo havaiana. Levantei-me para lhe dar passagem e vi meu irmão sorrindo daquela situação. Lendo seus lábios eu entendi que ele dizia “Cadê a mulher gostosa que papai falou?”. Pois é, havia um homem gostoso e ninguém sabia que era daquilo que eu gostava. Até hoje ninguém sabe que eu adoro rola. Minha esposa teria um ataque se descobrisse que gosto da mesma coisa que ela. Meus filhos acho que nunca mais falariam comigo. Meus amigos talvez ainda falassem, mas eu morreria de vergonha se eles soubessem que o amigão deles é chegado numa vara. Naquela época eu ainda não tinha experimentado uma pica. Gostava de ver os amigos na escola, as malas nos calções. Era completamente puro e virgem. O ônibus deixou a rodoviária pontualmente as 21 horas. O tal sujeito parecia cansado, pegou no sono nas primeiras horas de viagem. Me senti incomodado pela maneira como ele se sentara, de pernas abertas invadindo meu espaço. Tinha pernas forte, peludas, que ficavam roçando nas minhas. Essa situação, que a princípio me irritara, começou a me deixar muito excitado. O moreno dormia um sono pesado, respiração forte, quase roncando. Deitei-me de lado na cadeira, fingindo que dormia, apenas para ficar admirando aquela pica dentro da bermuda. Pelo volume que fazia, parecia ser bem dotado. Uma vontade maluca de alisar aquele cacete. De madrugada, na escuridão do ônibus, criei coragem e deslizei minha mão, lentamente, com o coração na boca de tanto medo, sobre a perna do sujeito. Ele nem se mexeu. Fui subindo a mão, devagar, quase imperceptivelmente, a toquei no mastro sob a bermuda. Alisei, com muito carinho. Meu pau a ponto de explodir de tanto tesão, o cara dormindo, minha mão alisando o cacete dele, uma vontade de apertar tudo aqui, mas o medo de que ele acordasse. O ônibus fez uma parada já em Minas Gerais, para um café. O sujeito acordou, pediu licença, saiu para o bar do posto. Fiquei no ônibus, não tinha fome e estava com frio. Fiquei admirando aquele macho do lado de fora, pernas grossas, fumando. Ele olhou pra mim na janela, sorriu, me cumprimentou. Será que ele tinha visto alguma coisa? Fiquei nervoso com essa possibilidade. Ao retornar ao seu lugar, sentou-se novamente como quem toma posse do lugar, abrindo bem as pernas de macho, colocando-me na minha insignificância. De certa forma, isso me dava mais tesão. Era como se ele fosse o dono do pedaço e eu apenas um passivo submisso ao seu macho. Incrível como ele tinha um sono pesado, caiu rapidamente no sono, mas desta vez se cobriu com uma toalha. Sucumbiu ao frio. Esperei que todo o ônibus estivesse dormindo e de novo, insone, deslizei a minha mão em direção aquele macho. A dificuldade agora era maior, pois ele se cobrira com uma toalha e isso dificultava a operação. Meti minha mão sob o tecido que o cobria, tatei pela sua coxa e subi em direção ao seu cacete. Quando cheguei perto do pau, para minha absoluta surpresa, percebi que ele tinha tirado o pau pra fora da cueca, e estava muito duro. Puxei minha mão, num movimento rápido de fuga, mas ele foi muito mais rápido, segurou meu pulso e falou baixinho, Calma, guri, segura e alisa, vai. Eu, morto de vergonha, não sabia se devia obedecê-lo ou se deveria negar e fechar a cara. Mas era óbvio que ele tinha estado o tempo todo acordado quando eu o alisara antes. Não adiantaria mentir. Fiz o que era certo e o que eu mais queria. Segurei bem naquele cacete e fiquei alisando como podia. Uma vontade enorme de chupar, mas me sentindo impotente para realizar o desejo, pois alguém podia ver. Ele, percebendo meu tesão, segurou-me pelo pescoço e forçou que eu me curvasse em direção ao seu cajado. Levantou a toalha, mergulhei minha boca, e depois cobriu-me. Fiquei sob sua coberta, chupando aquele cacete, por vários minutos, perdi a conta. Era um pau realmente grande e muito grosso. Era o típico pau babão, ficava todo melado a medida que eu o chupava. Ele acariciava meus cabelos enquanto eu fazia o melhor possível para agradá-lo. Eu, meio sem jeito, ouvi-o dizer: engole tudo, engole o máximo que você puder, que eu vou gozar e não quero me sujar. Abri bem a boca e senti o cacete na garganta, me deu ânsia de vômito,não tinha tido essa experiência ainda. Ele segurou minha cabeça, forçando ainda mais a penetração de minha boca, e então gozou. Gozo farto, grosso, quente. Muito leite ejaculado em minha garganta, em minha língua. Foram vários jatos de porra que eu fui engolindo, engolindo, tentando respirar e ao mesmo tempo engolir. Mesmo depois de gozar, continuei sugando aquele cacete moreno, lambendo seu saco, arregaçando o pau pra lamber a cabecinha. Ainda saía um pouco de leite, uma gotinha aqui, que eu espremia pra chupar. Ele, muito carinhoso comigo, deixou-me deitar em seu colo e dormir durante a viagem. Disse pra eu chamá-lo de tio, pois assim não daríamos bandeira. Me contou que era casado, tinha dois filhos adolescentes, que moravam com a mãe em Natal. Ele viera pra Brasília, ganhar a vida. Estava voltando pra casa depois de três anos sem ver a família. Essa primeira noite com o Geraldo foi maravilhosa. Ele era muito atencioso, mas muito sério também. Homem de poucos risos. Na segunda noite de estrada, tentava dormir um pouco quando sinto a mão dele puxando a minha mão em direção ao cacete. De novo, alisei aquela tora maravilhosa. Ele pediu que eu ficasse de ladinho no banco, de costas pra ele. Arriou meu calção e ficou alisando minha bunda. Eu, quietinho, só curtia aquelas mãos calejadas deslizando pelo meu rego. Dividíamos um mesmo cobertor e ninguém sonharia no que estávamos fazendo ali. Ele, de conchinha comigo, começou a roçar o cacete no meu cuzinho. Senti que abria minhas nádegas e procurava a melhor maneira de encaixar a pica no meu rabo. Ao meter a cabecinha tentei fugir. Ele me segurou sussurrando, Calma, Osmar, relaxe, fica calmo, não vou te machucar. Ficamos nessa posição durante alguns minutos. Ele metia um pouco, tirava, tornava a botar. De vez em quando um passageiro se levantava para ir ao banheiro e a gente fingia que dormia. Embaixo da coberta nossos cacetes superduros, o meu em minha mão, o dele em meu cuzinho. Nunca pensei que fosse agüentar aquela tora toda, mas ele foi fazendo o serviço com uma calma tremenda, e metendo até que todo ele estava em mim. Ele então segurou-me pela cintura e meteu fundo. A dificuldade era não fazer barulho algum, mas creio que era impossível eliminar todos os ruídos. De qualquer forma, Geraldo gozou feito um touro e encheu meu cu de porra. Ao gozar, subiu logo o meu calção, e eu senti a porra escorrer pelo meu rabo, melar minha cueca. Ele me disse baixinho, Adorei seu cuzinho, menino. Na próxima parada a gente desce pra se limpar. Foi o que fizemos, nos limpamos num banheiro imundo no interior da Bahia. Chegamos no dia seguinte a Natal. Na rodoviária, ele me apresentou a mulher e aos filhos. Minha tia me esperava também. Nunca mais o vi, mas nunca me esqueci daquele homem, daquela viagem.
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