quinta-feira, 1 de julho de 2010
Leite pro-fundo
Tá só em casa? Eu disse que sim, por que pergunta? Ele, com o olhar sacana, apertou o cacete e disse baixinho: Tenho aqui o que você precisa. Fiquei sem jeito, tentando me esconder de tamanha surpresa, afinal de contas ninguém desconfia que eu, macho empedernido, pai de um casal de filhos adolescentes, goste de pica. Mas ele sabia e me provocava. Eu tinha certeza de que você estava só, por isso vim. Ainda tentei negar a minha viadagem, exaltando-me. Que porra é essa, meu amigo? Ta me estranhando? Andou bebendo? E ele, sem perder o riso sacana, só alisava o cacete sob a calça social, enquanto eu tentava desviar meu olhar, mas aquela rola marcando na calça parecia atrair meu olhar e, pior, como eu estava de moleton, meu pau começava a ficar duro e marcar o meu tesão também, entregando meu desejo por ele. Pára com isso, rapaz, eu sei que você gosta. Sempre soube. Seu jeito não me engana. Vai, da logo uma pegadinha aqui, vem, segura o pau do seu macho. Sente a máquina. Ele me puxou bruscamente pelo braço e botou, a força, a minha mão sobre o seu cacete que pulsava. Eu não conseguia mais fugir de tamanho tesão. Comecei a gemer, arfar, de tanta vontade de me entregar a ele. Apertei aquele pau maravilhoso enquanto ele, mordendo a minha orelha, dizia: Vou te enrabar hoje mesmo, agora mesmo, aqui na tua cozinha. Vou te dar uma surra de pica que tu nunca mais vai querer outro macho. Nessa altura do campeonato eu já nem era dono de mim, era um mero escravo daquele macho maravilhoso. Ele botou o cacete pra fora, me fez ajoelhar e enfiou a rola em minha cara. O pau dele é uma ferramenta bonita, não é grande nem grosso, é do tamanho ideal pra engolir inteiro. O cacete estava meladinho, todo babado, e eu senti o sabor daquele caralho duro. Ele então arriou as calças e mostrou que a cueca estava toda melada, Você me dá muito tesão, seu puto, ele disse, olha como fica a minha cueca. Lambe. E eu lambi a cueca, toda aquela babinha deliciosa. Um pentelho caiu-me na língua, e eu tirei com os dedos. Levanta, ele ordenou, vira. E eu obedecendo cegamente o meu homem. Ele então puxou minha calça para baixo expondo a minha bunda e, habilmente, encostou o cacete na portinha. Você quer, não é mesmo? Eu gemi baixinho, suspirei, e respondi apenas empurrando minha bunda na direção do seu cacete. Ele então segurou-me pela cintura e me penetrou. Devagar, lentamente, até que tudo estava dentro de mim. Delícia de cu você tem, ele disse enquanto beliscava meus mamilos e lambia minha orelha. Senti seu pêlos no meu rabo e então ele socou, sem dó. O homem era uma máquina de fazer sexo. O vai-e-vem ritmado, forte, era acompanhado por palavras de dominação que me enlouqueciam. Voce agora é minha puta, viu? Nao adianta reclamar, vou querer esse cu toda semana, pode se preparar porque quando eu descolo um passivo, nao dou sossego. Puxou-me pelos cabelos forçando-me a inclinar meu corpo. Abre mais as pernas, putinha. E tome rola, sem dó. Eu gemi baixinho, Está doendo, pára. È claro que eu estava fazendo charminho e ele percebeu meu jogo, pois socou com muito mais força. Vou encher seu cu de porra, meu amigo. E apenas nessa hora eu percebi que estávamos fazendo sem camisinha. Ele notou minha preocupação e tranqüilizou-me. Fica frio, Osmar, estou limpo, você me conhece. Somos amigos há pouco mais de cinco anos, somos professores na mesma escola, nossas famílias se conhecem, nosso filhos são amigos. Tenho 43 anos, ele tem 39. Senti um calor percorrer minhas entranhas, e ele suspirando, respiração alterada. Gozou dentro do meu rabo. Pedi que me abraçasse e que deixasse o pau amolecer dentro de mim. Ficamos alguns minutos assim e quando ele retirou o cacete do meu cu, senti o líquido escorrer pelo meu reguinho e pelas pernas. Era muita porra acumulada. Confessou-me que há algum tempo desejava me comer, mas não sabia como me abordar. Descobriu dos meus desejos secretos quando fuçou o histórico do meu computador e viu alguns sites que eu tinha visitado. Você que me lê: cuidado com seus rastros no computador, pois pode correr o risco de sere enrabado como eu fui.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Esse conto me deixa com um tesão enorme e me faz recorrer ao velho processo ¨cinco contra um¨. Uma deliciosa covardia. Um forte abrço!
ResponderExcluir