
Foi loucura, mas foi simplesmente maravilhoso aquele finalzinho de tarde. Sou um cara casado há duas décadas, filhos, cachorro e papagaio, enfim, o típico pai de família, como tantos outros nesse mundo, mas que tem uma faceta oculta: gostar de machos. Minhas experiências sexuais com homens começaram muito tarde, tinha eu trinta e oito anos quando experimentei a fruta pela primeira vez. O fato de ser filho de nordestinos, criação rígida repleta de preconceitos homofóbicos, fez com que eu, desde adolescente, reprimisse essa vontade maluca de chupar um cacete. Quando moleque, lembro de uma vez em que um amigo de meu pai, em viagem por Brasilia, ficou hospedado lá em casa. Tínhamos apenas um banheiro e o Carlos, amigo do meu pai, estava tomando banho. Juro que forcei a porta sem saber que o ele estava lá dentro. A porta abriu-se e eu o vi nu, ensaboado, delicioso em seus quarenta e poucos anos. Ele sorriu e continuou no banho, sem se incomodar com a minha presença. Naquele dia eu percebi que meu destino era realmente deitar-me com homens como aquele. Há cerca de dois meses comecei a trocar mensagens e contatos via MSN com o Paulo, funcionário de um Ministério aqui em Brasilia, casado, 47 anos. Nos contatamos no bate papo do UOL, na sala dos quarentões e cinqüentões. Nosso papo começou pelo desejo, dele, de ser ativo com outro homem e o meu, de ser passivo. Todo sabemos que nessas salas encontramos inúmeros homens casados na mesma situação. A minha experiência, mesmo sendo pouca, me mostrou um exército de homens em vidas duplas, oculto, cheios de desejos homoafetivos e plenos de receios. Sabemos que todos nós, casados com desejos homo, somos muito visados por jovens interessados em grana, mau elementos, e isso nos concede uma fragilidade a mais nesse mundo de desejos reprimidos. Diante disso, sempre fui muito medroso, desconfiado, e não apenas com relação ao risco de violência, extorsão, psicopatias de toda ordem, mas também, é claro, com relação às doenças. Há muitos loucos nesse mundo. Mas o Paulo se mostrou um sujeito confiável. Trocamos mensagens e ele se abriu comigo. É casado, teve uma experiência com um amigo que durou algum tempo, ate que se mudou da cidade. Adora comer um cu masculino, diz que é melhor fruta da criação e sorri com malícia. Ele é um homem de estatura média, um pouco acima do peso. Creio que mede 1,70, pesando uns 80kg. É moreno claro, da cor do Romário jogador, poucos pêlos no peito e nos braços, uma barriga linda. E eu vi tudo isso numa foto que ele, com coragem, resolveu me enviar anexa a uma mensagem. Diante dessa prova de confiança, acabei fazendo o mesmo. A primeira vez que no falamos ao fone, devo confessar que me masturbei.
A voz deliciosa trazia um sotaque mineiro muito charmoso. Ele também gostou da minha voz e enviou-me uma mensagem dizendo: Seu vozeirão me deu um tesao danado, ainda mais sabendo que esse vozeirão de macho gosta mesmo é de mamar uma piroca. Ele é assim, sacana e muito amistoso. O desejo foi aumentando a cada dia e ele decidiu partir pro ataque. Ligou-me uma tarde convidando-me para ir a um motel. Eu reafirmei minha posição: Não vou a motel, não tenho coragem, Paulo. Já te disse isso. E ele, mas como vamos fazer? Quero muito te possuir, cara, te foder muito. E eu expliquei, pela décima vez, que morria de medo de ir a motel, não me arriscaria, ficaria muito nervoso e acabaria nem rolando uma trepada. Foi aí que a idéia maluca apareceu como um raio: Você toparia vir aqui no ministério, depois do expediente? Claro, respondi. Pensei que era apenas um encontro normal, tranqüilo, na sala de trabalho dele. Fui encontrá-lo naquele dia mesmo. Algo me dizia que era melhor eu ir preparado para alguma “eventualidade” deliciosa, se é que me entendem. Lavei-me com uma noivinha na noite de núpcias, passei uns cremezinhos, enfim, fui todo cheiroso me encontrar com ele. Me identifiquei na portaria do ministério e subi ao quinto andar, no final do corredor, ele estava sozinho. Entra, Osmar. Eu percebi que ele estava nervoso, encostou a porta da seção, fez-me sentar numa cadeira. Da janela da sala, podia-se ver o Congresso Nacional e o palácio do Planalto. Paulo estava de calça social preta, camisa social salmão. Vou te comer aqui, e vai ser hoje. Ele disse isso e abriu o zíper da calça. O Cacete estava meia bomba, o prepúcio a meio caminho na glande que brilhava muito. Eu me ajoelhei diante dele e engoli com fome aquele cacete. Ele segurou meus cabelos, com gentileza, e começou um vai-e-vem na minha boca. Engasgava-me as vezes, e ele muito carinhoso retirava o cacete e o esfregava em meu rosto. O pau dele fica muito duro e é daquele tipo de cacete que, ao menor sinal de tesao, produz aquela babinha transparente. Sugava tudo, sem me preocupar com nada. O saco do Paulo é enorme, maravilhoso, macio.
Enquanto sugava o seu cacete, eu massageava aquelas bolas lindas. Ele só suspirando e me chamando de viadinho. Levanta, Osmar, vira...eu virei. Ele me abraçou por trás e desatou meu cinto, abaixando minhas calças até o meio das pernas, meteu o pau entre as minhas coxas, e ficou no vai-e-vem muito gostoso. Você quer rola, não quer? Ele dizia na minha orelha. Vou te dar pica hoje, Osmar. Que rabinho gostoso que você tem. E mordia minha orelha. Eu sentia o melzinho do cacete dele deslizando pelas minhas coxas, meu cu piscando, eu alucinado de tesão. Paulo abriu um pacote de preservativos, encapou o cacete, e começou a brincar com o meu cuzinho, metendo os dedos. Primeiro um, depois dois até que eu percebi que estava bem aberto e preparado para receber aquele cacete, que não era grande, mas era um pouco grosso. Apoiei-me numa mesa, em pé, o corpo um pouco inclinado para a frente. Paulo introduziu a cabecinha e eu me abri para recebê-lo. Forçou a entrada e eu suspirei tentando conter a dor. Ele disse no meu ouvido: Controla você a enrabada, Osmar. Vou ficar parado e você vai no seu limite, ok? E comecei a empurrar meu rabo na direção dele, entrando centímetro por centímetro. Logo estava tudo dentro, ele me abraçando, o rosto encostado em minhas costa, que ele lambia as vezes. Osmar, eu to pra explodir de tesão, cara. E começou a socar, cada vez mais forte, e eu gemendo, gemendo, e ele me apertando e gozando alucinadamente. Eu gozei sem tocar no meu pau e fiz uma pequena sujeira sobre a mesa dele. Nos limpamos no banheiro que havia no andar, nos vestimos, e ele me convidou para tomar um cafezinho. O meu medo era que houvesse alguma câmera que nos flagrasse, mas o Paulo me tranqüilizou dizendo que ele já tinha resolvido isso tudo, não havia câmeras. Continuamos trocando mensagens e ele esta cada vez mais a fim de repetir a dose, mas eu estou começando a considerar a idéia do motel, pois creio que o risco é muito maior no Ministério. Concordam? Sou um cara que busca contatos, amizades, troca de mensagens com outros casados. Se você estiver a fim, me escreva, na boa, vou adorar ser teu amigo.
Excelente. A idéia do motel, desde que bastante discreto, também me parece interessante. Um forte abraço!
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